Em relação ao planejamento de auditoria, aos papéis de traba...
Em relação ao planejamento de auditoria, aos papéis de trabalho e aos riscos de auditoria, julgue o item seguinte.
O planejamento da auditoria governamental deve priorizar os objetos auditáveis com base na materialidade e na relevância, conforme previsto nas normas técnicas, sendo facultativa a adoção da abordagem baseada em risco.
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Alternativa correta: E (Errado)
Tema central da questão:
Esta afirmação trata do planejamento da auditoria governamental e dos critérios que devem orientar a seleção dos objetos a serem auditados, destacando os conceitos de materialidade, relevância e abordagem baseada em risco. Entender esses princípios é fundamental para quem almeja atuar na área de auditoria do setor público.
Resumo teórico:
De acordo com as normas internacionais e nacionais, como as Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público (NBASP), o processo de planejamento de auditorias deve considerar, obrigatoriamente, critérios como materialidade, relevância e riscos. A abordagem baseada em risco não é facultativa, mas sim uma etapa essencial para garantir a efetividade e o foco das auditorias, pois direciona os esforços para áreas mais propensas a desvios ou falhas significativas. (Vide NBASP 200/2016 e Manual de Auditoria Operacional do TCU)
Justificativa para a alternativa correta:
A afirmação está errada porque a adoção da abordagem baseada em risco não é facultativa, mas sim um requisito das principais normas de auditoria. Ela deve estar presente no planejamento, juntamente com a avaliação da materialidade e relevância, para garantir que a auditoria seja eficiente e priorize os maiores riscos para a organização auditada.
Estratégias para interpretação:
Muita atenção a palavras como "facultativa" ou "obrigatória". Este é um ponto clássico de pegadinha em provas de auditoria: as normas da área são claras ao exigir a análise de riscos, e qualquer menção a sua facultatividade deve ser vista com desconfiança.
Resumo final:
O planejamento da auditoria governamental, conforme previsto em normas técnicas, deve obrigatoriamente adotar a abordagem baseada em risco, e não apenas considerar materialidade e relevância. Fique atento a esse detalhe para não errar questões semelhantes!
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A adoção da abordagem baseada em risco não é uma opção, mas sim uma exigência das normas de auditoria, sendo essencial para um planejamento eficaz da auditoria governamental.
Essa abordagem permite identificar e avaliar os riscos que podem afetar o alcance dos objetivos da entidade auditada, possibilitando a definição de procedimentos de auditoria adequados para mitigar esses riscos.
Normas e padrões: As normas de auditoria, como as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBCASP) e as Normas de Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), estabelecem que a abordagem baseada em risco é um componente essencial do planejamento da auditoria governamental.
A exigência de avaliação dos riscos não são previstas nas normas de contabilidade e sim nas NAGS e MANUAL DE AUDITORIA, e a avaliação de riscos não é característica no planejamento, ou seja, a análise de risco é para um audiotira eficaz e não um planejamento eficaz
NAGS------------------------
4106.2 – O risco é a possibilidade de ocorrência de eventos indesejáveis, tais como erros, falhas, fraudes, desperdícios ou descumprimento de metas ou de objetivos estabelecidos. O risco é classificado na forma descrita na NAG 4311.1.
3204.3 – A avaliação de riscos deve ser levada em conta na análise do profissional de auditoria governamental.
4106 – A metodologia deve dispor de mecanismos para a seleção do objeto da auditoria, segundo critérios de relevância, risco e materialidade.
MANUAL DE AUDITORIA TCU-----------------------
69. Risco de auditoria, conforme apresentado na seção 2.3 deste manual, é o risco de que o relatório de auditoria possa ser inadequado, apresentar conclusões incorretas ou incompletas, fornecer informações desequilibradas ou deixar de agregar valor para os usuários (ISSAI 100/40; ISSAI 300/28). As auditorias devem gerar informações baseadas em evidência suficiente e apropriada, e os auditores devem executar procedimentos para reduzir o risco de auditoria (ISSAI 100/31)
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4300 – Planejamento
Entende-se por planejamento de auditoria governamental a etapa na qual são definidas a estratégia e a programação dos trabalhos de auditoria, estabelecendo a natureza, a oportunidade e a extensão dos exames, determinando os prazos, as equipes de profissionais e outros recursos necessários para que os trabalhos sejam eficientes, eficazes e efetivos, realizados com qualidade, no menor tempo e com o menor custo possível
o planejamento deve priorizar os objetos auditáveis considerando a materialidade, a relevância e os riscos.
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