Paciente do sexo masculino, 22 anos, estudante universitário, é
trazido pela mãe à consulta. Ela relata que, nos últimos 8 meses,
ele passou a apresentar comportamentos progressivamente mais
estranhos: isolamento social, abandono dos amigos, desleixo com
a higiene, e começou a falar de "agentes do governo" que o
monitoram através do celular. O paciente afirma que ouve vozes
que fazem comentários sobre suas ações ("ele está comendo
agora, está mentindo"). Nega uso de substâncias. Ao exame,
apresenta discurso ocasionalmente desorganizado e
embotamento afetivo.
O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica mais
indicada são: