A doença trofoblástica gestacional é uma patologia caracteri...
Gabarito comentado
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Tema central: A Doença Trofoblástica Gestacional (DTG) representa um espectro de patologias originadas do epitélio trofoblástico das vilosidades coriônicas. Inclui mola hidatiforme completa e parcial, mola invasora, coriocarcinoma e tumor trofoblástico do sítio placentário.
Gabarito: Alternativa D (Incorreta)
Justificativa da alternativa D: A alternativa D afirma que apenas USG e dosagem de B-HCG seriam o padrão-ouro e “indispensáveis” pós-esvaziamento. Embora o monitoramento do B-HCG e a ultrassonografia sejam fundamentais para a detecção de persistência ou recorrência da DTG, as diretrizes nacionais e internacionais enfatizam que o acompanhamento deve ser realizado em centros de referência especializados. Isso garante detecção precoce de complicações, manejo multiprofissional e seguimento rigoroso, conforme o documento Linha de Cuidados para DTG do Ministério da Saúde: “Acompanhar as pacientes após o esvaziamento uterino molar em serviço de referência”. Limitar-se apenas à dosagem e USG, sem a referência especializada, contraria o manejo preconizado.
Análise das alternativas corretas:
A) Correta. A DTG apresenta maior incidência em mulheres menores de 18 ou acima de 45 anos, especialmente nulíparas.
B) Correta. Está associada à proliferação anormal do epitélio trofoblástico, critério histopatológico central.
C) Correta. O diagnóstico envolve: quadro clínico, ultrassonografia compatível, ausência de batimentos cardiofetais e B-HCG muito elevado.
E) Correta. O processo etiológico da DTG ainda não é completamente esclarecido.
Estratégias e Pegadinhas: Fique atento: Provas frequentemente exigem que o candidato saiba diferenciar “o que é fundamental” daquilo que deve obrigatoriamente ser feito conforme protocolos oficiais. Quando o enunciado sugere “indispensável” ou “padrão-ouro”, é preciso verificar se não há outra exigência orientada pelas diretrizes (exemplo: referência especializada). Palavras como “apenas”, “exclusivamente” ou “indispensável” costumam denunciar pegadinhas.
Referências e Diretrizes: Reforçando, conforme o Ministério da Saúde, a paciente pós-esvaziamento deve obrigatoriamente ser acompanhada em centros de referência especializados para adequada monitorização, orientação e acesso a terapias específicas (Linha de Cuidados para Doença Trofoblástica Gestacional).
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