A gestão do SUS passou por sucessivas reformas
normativas orientadas à descentralização e à
formalização das responsabilidades interfederativas.
Entre os instrumentos mais relevantes desse processo
figuram as Normas Operacionais Básicas editadas ao
longo dos anos 1990, a NOAS de 2002, o Pacto pela
Saúde formalizado em 2006 por meio da Portaria
GM/MS nº 399, estruturado nas dimensões Pacto pela
Vida, Pacto em Defesa do SUS e Pacto de Gestão, e o
Decreto nº 7.508, de 2011, que regulamentou a Lei nº
8.080/1990 e criou novos instrumentos de articulação
entre os entes federativos. Cada um desses marcos
produziu efeitos distintos sobre os anteriores e
introduziu inovações específicas na arquitetura de
gestão do sistema. Considerando as relações
normativas entre esses instrumentos e os efeitos
jurídicos que cada um produziu sobre os demais, é
correto afirmar: