“Se quiserem explicar o que é um veneno, o que, então, não é um veneno? Todas as coisas são um
veneno, e nada é sem veneno; somente a dosagem estabelece se algo não é um veneno”. A célebre
frase atribuída a Paracelso, médico alemão, denota a dualidade sempre presente na aplicação de
fármacos. Neste sentido, o grau de seletividade de um fármaco para produzir efeitos benéficos ou
adversos é refletido pelo termo