Um site publicou, em 2025, a seguinte manchete: “MP investiga
18 casos de racismo religioso”. A reportagem apresentava uma
série de denúncias de violência e intolerância contra centros de
religiões de matriz africana, como apedrejamentos, tentativa
de interromper os rituais e a depredação de carros. Segundo
o depoimento de um dos frequentadores: “a gente tem que
resistir a tudo o que for possível para que a gente sobreviva,
mas a nossa sobrevivência também depende das autoridades
para que cumpram as leis que já existem”.
Disponível em: https://g1.globo.com (adaptado).
Uma professora usou a reportagem como ponto de partida para
um debate sobre as heranças sociais e culturais da escravidão na
formação da sociedade brasileira. “Mas por que a gente tem que
estudar religião na aula de História?”, perguntou um aluno. “Isso
aí nem é religião, é feitiçaria”, rebateu outro. De acordo com a
Lei n. 10 639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino
de história e cultura afro-brasileira nas escolas, a justificativa
para a inclusão desse conteúdo no currículo escolar é
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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