Qual o tratamento mais adequado à evolução do caso?

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Q3604383 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


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Disponível em: <https://www.ajkd.org>.
Acesso em: 5 dez. 2023, com adaptações.


Uma paciente de 24 anos de idade, portadora de DRC 5D de causa indeterminada após complicações gestacionais, em hemodiálise três vezes por semana, foi admitida para transplante renal intervivos. A doadora é a irmã, sem comorbidades, com creatinina de 0,5 mg/dL pré-nefrectomia e a creatinina da receptora era 11 mg/dL. Não havia nenhuma incompatibilidade para os antígenos HLA-A, -B e -DR. O resultado do PRA era 18% e a prova cruzada por citotoxicidade dependente do complemento foi negativa. Sorologias para vírus da imunodeficiência humana, hepatite B e C no doador e no receptor todas negativas. A receptora foi submetida ao transplante renal com o rim direito da doadora sem intercorrências intraoperatórias. O regime de indução foi basiliximabe e metilprednisolona. A transplantada recebeu tacrolimus, micofenolato mofetila e prednisona para terapia de manutenção. No primeiro dia de pós-operatório, a diurese foi de 3.300 mL. No segundo pós-operatório, o débito urinário diminuiu para 360 mL. Foi realizada ultrassonografia com Doppler do enxerto que mostrou diâmetro, fluxo colorido e forma de onda espectral da artéria renal principal normais. A perfusão do rim transplantado parecia normal. A concentração mínima de tacrolimus foi de 10 ng/mL. Nos dias subsequentes, a paciente se apresentava afebril, com oligúria persistente, hemograma normal, sem queda da creatinina inicial; retornando para hemodiálise. O DSA foi negativo e a equipe prosseguiu a investigação com os exames de imagem apresentados. A biópsia do aloenxerto foi realizada no quinto dia após o transplante e a paciente desenvolveu febre e dor na área do aloenxerto.
Qual o tratamento mais adequado à evolução do caso?
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