Uma paciente de 24 anos de idade, portadora de DRC 5D de
causa indeterminada após complicações gestacionais, em
hemodiálise três vezes por semana, foi admitida para
transplante renal intervivos. A doadora é a irmã, sem
comorbidades, com creatinina de 0,5 mg/dL pré-nefrectomia
e a creatinina da receptora era 11 mg/dL. Não havia nenhuma
incompatibilidade para os antígenos HLA-A, -B e -DR. O
resultado do PRA era 18% e a prova cruzada por
citotoxicidade dependente do complemento foi negativa.
Sorologias para vírus da imunodeficiência humana, hepatite
B e C no doador e no receptor todas negativas. A receptora
foi submetida ao transplante renal com o rim direito da
doadora sem intercorrências intraoperatórias. O regime de
indução foi basiliximabe e metilprednisolona. A
transplantada recebeu tacrolimus, micofenolato mofetila e
prednisona para terapia de manutenção. No primeiro dia de
pós-operatório, a diurese foi de 3.300 mL. No segundo pós-operatório, o débito urinário diminuiu para 360 mL. Foi
realizada ultrassonografia com Doppler do enxerto que
mostrou diâmetro, fluxo colorido e forma de onda espectral
da artéria renal principal normais. A perfusão do rim
transplantado parecia normal. A concentração mínima de
tacrolimus foi de 10 ng/mL. Nos dias subsequentes, a
paciente se apresentava afebril, com oligúria persistente,
hemograma normal, sem queda da creatinina inicial;
retornando para hemodiálise. O DSA foi negativo e a equipe
prosseguiu a investigação com os exames de imagem
apresentados. A biópsia do aloenxerto foi realizada no quinto
dia após o transplante e a paciente desenvolveu febre e dor
na área do aloenxerto.
Qual o tratamento mais adequado à evolução do caso?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
Veja esse conteúdo explicado passo a passo em nossos cursos. Buscar curso
teste
Parabéns! Você acertou!
Mandou bem! Revise esse tema nos nossos cursos. Buscar curso