A complexidade da prática em Terapia
Ocupacional, sobretudo em contextos de sofrimento
psíquico, exclusão social e fragilidade institucional,
coloca em evidência a necessidade de políticas e
estratégias de cuidado voltadas à saúde mental dos
próprios profissionais. Estudos recentes apontam que o
desgaste empático crônico, a sobrecarga assistencial e
a ausência de espaços institucionais de escuta
favorecem o desenvolvimento da Síndrome de Burnout.
Diante disso, qual das alternativas expressa, com maior
rigor técnico e ético, uma diretriz de preservação da
saúde psíquica do terapeuta ocupacional?