As categorias de privação ocupacional e
injustiça ocupacional, amplamente desenvolvidas na
literatura crítica da Terapia Ocupacional, constituem
lentes analíticas para a problematização das condições
materiais, simbólicas e estruturais que impedem a
participação equitativa de indivíduos e coletivos em
ocupações culturalmente legitimadas. A superação
dessas condições demanda um reposicionamento
teórico-político da profissão, que integre o
enfrentamento das desigualdades sociais à lógica da
intervenção. À luz desse entendimento, assinale a
alternativa que melhor explicita a operacionalização
desses conceitos na prática profissional.