“No Ceará não é possível falar de uma aristocracia do café como a do Rio de Janeiro e São Paulo.
No entanto, merece destaque a pequena nobreza dos cafezais baturiteenses, de famílias ricas com
hábitos e costumes mais apurados e projeção social mais saliente (...) das quais hão saído homens
ilustres” (GIRÃO, Raimundo. História econômica do Ceará. Fortaleza: Edições Instituto do
Ceará, 1947, p. 371-372).
Analisando a história das lavouras de café em Baturité, conclui-se que:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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