A aquisição de boas práticas de terapia infusional é essenci...
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Ano: 2021
Banca:
CEPS-UFPA
Órgão:
UFPA
Prova:
CEPS-UFPA - 2021 - UFPA - Residência Multiprofissional - Enfermagem |
Q4175756
Enfermagem
A aquisição de boas práticas de terapia infusional é essencial para a redução da infecção de corrente
sanguínea. Por isso, o enfermeiro deve estar capacitado e seguir rigorosamente as recomendações
vigentes. Associe a primeira coluna de acordo com a segunda.
I. A inserção do cateter venosocentral de inserção periférica (PICC)
II. Port-a-cath
III. Hipodermóclise
IV. Cateter arterial periférico
V. O acesso venoso semiimplantado ou tunelizado
1. É um cateter com permanência (acima de 21 dias), indicado para coleta de amostras de sangue e administração de drogas, hemocomponentes, nutrição parenteral total, antimicrobianos e contraste.
2. Idealmente, deve ser feita por técnica de microintrodução guiada por ultrassonografia para punção das veias basílica, cefálica e braquial, preferencialmente.
3. É um acesso venoso de longa permanência do tipo “totalmente implantável” inserido cirurgicamente na veia subclávia jugular ou cefálica. O seu reservatório subcutâneo deve ser puncionado com técnica estéril e a agulha tipo Huber pelo enfermeiro.
4. São inseridos na artéria radial ou femoral e permitem uma mensuração contínua da pressão arterial e coleta de sangue para a medição dos gases arteriais.
5. Constitui modalidade de administração de fluidos para correção rápida de desequilíbrio hidroeletrolítico.
A associação correta é
I. A inserção do cateter venosocentral de inserção periférica (PICC)
II. Port-a-cath
III. Hipodermóclise
IV. Cateter arterial periférico
V. O acesso venoso semiimplantado ou tunelizado
1. É um cateter com permanência (acima de 21 dias), indicado para coleta de amostras de sangue e administração de drogas, hemocomponentes, nutrição parenteral total, antimicrobianos e contraste.
2. Idealmente, deve ser feita por técnica de microintrodução guiada por ultrassonografia para punção das veias basílica, cefálica e braquial, preferencialmente.
3. É um acesso venoso de longa permanência do tipo “totalmente implantável” inserido cirurgicamente na veia subclávia jugular ou cefálica. O seu reservatório subcutâneo deve ser puncionado com técnica estéril e a agulha tipo Huber pelo enfermeiro.
4. São inseridos na artéria radial ou femoral e permitem uma mensuração contínua da pressão arterial e coleta de sangue para a medição dos gases arteriais.
5. Constitui modalidade de administração de fluidos para correção rápida de desequilíbrio hidroeletrolítico.
A associação correta é