Homem, 52 anos de idade, apresenta quadro de curvatura
peniana dorsal progressiva há 2 meses, associado a
encurtamento peniano. Nega dor. Refere redução da rigidez
peniana e perda de sustentação da ereção durante a última
relação sexual, embora mantenha ereções matinais e durante a
masturbação. Relata importante impacto psicológico e prejuízo
na função sexual. Leva fotografia obtida em ereção domiciliar,
evidenciando curvatura dorsal de aproximadamente 50°. Ao
exame físico, observa-se placa indolor na base do dorso
peniano. Nega comorbidades. Considerando a fase atual da
doença de Peyronie e as opções terapêuticas disponíveis, qual
é a conduta recomendada neste momento?