A rotina de Carlos como Agente de Combate a Endemias
começa cedo. Com seu colete e bolsa a tiracolo, ele
percorre as ruas do bairro da Esperança não apenas como
um fiscal, mas como um educador e amigo da vizinhança.
Em uma de suas visitas, Carlos bateu à porta de Dona Rita.
Com um sorriso acolhedor, ela o convidou para entrar.
Durante a vistoria no quintal, Carlos encontrou um
pequeno pratinho de planta com água parada.
— Dona Rita, a senhora sabe que esse acúmulo de água é
o berçário perfeito para o mosquito da dengue, não é? —
disse ele, em tom de orientação, esvaziando o recipiente.
A moradora, surpresa, agradeceu o alerta. Carlos explicou
que o trabalho do agente só tem sucesso quando a
comunidade se envolve. Ele ressaltou:
— Nós orientamos, mas a prevenção é um dever de todos.
Se cada um fizer a sua parte, nossa saúde estará intacta.
O diálogo é a principal ferramenta de Carlos, pois informar
é o primeiro passo para erradicar as doenças. Ao se
despedir, ele entregou um panfleto que continha a imagem
do mosquito riscado com um grande "X" vermelho
JUNTO À FRASE: DENGUE: AQUI NÃO.
O trabalho do Agente de Combate a
Endemias transcende a mera inspeção física dos
ambientes, exigindo do profissional habilidades
interpessoais que facilitem o contato e a criação de vínculo
com a população. Considerando a narrativa apresentada
sobre a rotina de Carlos no bairro da Esperança, bem como
a postura adotada por ele ao se relacionar com os
moradores, assinale a alternativa que descreve
corretamente qual é a sua principal abordagem no
exercício de sua função:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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