Homem de 50 anos é avaliado em consulta de retorno por
nódulo tireoidiano esquerdo, que foi detectado acidentalmente em uma tomografia do pescoço realizada após
um acidente automobilístico há 10 anos. Inicialmente, o
nódulo tinha 2,4 cm, mas, cinco anos depois, aumentou
para 4,0 cm e, dois anos depois, para 5,2 cm. O paciente
foi submetido a uma punção aspirativa por agulha fina
guiada por ultrassom no diagnóstico inicial e, novamente,
cinco anos depois, ambas com resultados benignos. Ao
longo do último ano, ele notou um “aumento da pressão”
na parte anterior do pescoço, de tal forma que não se sente mais confortável usando gravatas e tem uma sensação
de sufocamento ocasionalmente. Ele decide se submeter
a uma lobectomia da tireoide esquerda para aliviar
esses sintomas. Ao exame físico: sinais vitais normais;
IMC: 29,4 kg/m²; há um nódulo firme na parte média a
inferior do lobo esquerdo da tireoide, estendendo-se até
o nível da clavícula; lobo direito da tireoide está com tamanho normal e sem nódulos. Perfil da tireoide sérico:
TSH: 1,2 mUI/L (normal: 0,5 a 5,0); anticorpo anti-TPO:
negativo.
Nessa circunstância, qual variável prevê a chance desse
paciente permanecer eutireoideo após a cirurgia?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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