Um homem de 28 anos, recém-diagnosticado com HIV, é encaminhado ao serviço de infectologia do Hospital
Oswaldo Cruz para avaliação. Ele relata ter sido diagnosticado após um episódio de linfadenopatia persistente, mas
está assintomático no momento. A contagem de CD4 está em 180 células/mm³, e a carga viral é de 100.000
cópias/mL. O paciente nega uso de medicamentos prévios e informa estar em preparo para iniciar terapia
antirretroviral (TARV) nas próximas semanas. Ele deseja entender melhor as medidas de profilaxia para infecções
oportunistas, principalmente considerando seu quadro clínico e status imunológico.
Qual a conduta CORRETA em relação à profilaxia para Pneumocystis jirovecii?