Uma mulher de 72 anos, advogada aposentada, é trazida ao consultório pela filha. Esta relata que,
desde a aposentadoria há 3 anos, a mãe está mais esquecida, esquece recados, toma seus
medicamentos fora do horário e já esqueceu de pagar contas. A paciente também perdeu o interesse
por atividades de que antes gostava, como ir à igreja, prefere ficar em casa e se sente sem energia. Ela
tem tido episódios de irritabilidade, seguidos de choro, além de um sono insatisfatório e aumento do
apetite. Seu histórico médico inclui hipertensão e diabetes controlados, além de obesidade (IMC:
32kg/m2). Usa losartana 100mg/dia, metformina 1g/dia e dapaglifozina 10mg/dia. Na avaliação, obteve
13 pontos no GDS (Escala de Depressão Geriátrica) e 29 pontos no Mini Exame do Estado Mental
(MEEM). Exames laboratoriais, incluindo os de rastreio cognitivo, são normais. Ressonância de Crânio
demonstra discretos focos de hipersinal por microangiopatia. Dentre as opções abaixo, a estratégia
terapêutica inicial mais adequada para essa paciente é: