Se o alarme toca, então João faz o jantar ou Maria faz o alm...
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e
P - > (Q v R). C= ˜R. Não temos como afirmar nada.
P → (Q ∨ R)
¬R
- P = alarme tocou
- Q = João fez o jantar
- R = Maria fez o almoço
Sabemos apenas que Maria não fez o almoço (¬R).
Isso não garante que o alarme tocou nem que João fez o jantar, pois a condição só vale se o alarme tocar.
Não há informação suficiente para concluir algo com certeza.
GABARITO E
- P: O alarme toca.
- Q: João faz o jantar.
- R: Maria faz o almoço.
A proposição composta é: Se P, então (Q ou R)
O fato: Maria não fez o almoço
Na lógica do "Se... então" (condicional), sabemos que se o antecedente (P) for verdadeiro, o consequente (Q OU R) obrigatoriamente tem que ser verdadeiro.
- Se o alarme tocar (P é verdadeiro), então a expressão (Q OU R) precisa ser verdadeira.
- Como já sabemos que Maria não fez o almoço, a única forma de a expressão ser verdadeira é se João fizer o jantar
No entanto, o problema não afirma que o alarme tocou. Ele apenas dá a condição "Se".
- Se o alarme não tiver tocado (P é falso), a regra inicial continua sendo verdadeira independentemente de João fazer o jantar ou não.
Observe que:
- Não podemos afirmar que João fez o jantar (A), pois não sabemos se o alarme tocou.
- Não podemos afirmar que o alarme tocou (B), pois o texto não dá essa garantia.
- Não podemos afirmar que o alarme não tocou (C), pois ele pode ter tocado e o João apenas fez o jantar.
Resposta Correta:E) Não é possível concluir nenhuma das alternativas anteriores.
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