Criança com fístula branquial do 2º arco, pode haver comuni...
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Tema central: A questão aborda anomalias congênitas dos arcos branquiais, em especial as fístulas do 2º arco branquial, que apresentam importância clínica devido a suas manifestações e à necessidade frequente de intervenção cirúrgica em crianças.
Justificativa da alternativa correta (B – Pilar amigdaliano):
As fístulas branquiais do 2º arco representam a anomalia mais comum dos arcos branquiais. Embriologicamente, podem ocorrer por fechamento incompleto da segunda bolsa branquial, formando um trajeto que se inicia na pele do pescoço (geralmente anterior ao músculo esternocleidomastoide, no terço inferior) e segue entre as artérias carótidas interna e externa até sua abertura interna, que acaba no pilar amigdaliano (próximo à amígdala palatina).
Segundo Moore & Persaud – Embriologia Clínica (p. 210): “As fístulas completas do segundo arco branquial percorrem um trajeto característico, passando entre as carótidas e terminando no pilar amigdaliano.” Esse conhecimento é fundamental para a correta abordagem cirúrgica e diagnóstico diferencial, que inclui cistos e fístulas derivados de outros arcos.
Análise crítica das alternativas incorretas:
- A) Base da língua: Associada ao ducto tireoglosso, não a fístulas branquiais.
- C) Conduto auditivo externo: Relação com o 1º arco branquial e não com o 2º.
- D) Conduto auditivo interno: Origem embriológica distinta, não relacionada a fístulas branquiais.
- E) Seios maxilares: Pertencem à anatomia dos seios paranasais, sem comunicação com trajetos branquiais.
Pontos de atenção e estratégia de prova:
A banca pode tentar confundir o candidato com opções relacionadas a outras patologias congênitas cervicais. Fique atento a termos-chave como “pilar amigdaliano”, traçado anatômico e associações embriológicas específicas, evitando distrações com estruturas sem relação direta.
Referências e evidências:
- Moore & Persaud. Embriologia Clínica.
- Harrison’s Principles of Internal Medicine (cap. Head and Neck Malformations).
Resumo: Fístulas do 2º arco branquial têm trajeto clássico terminando no pilar amigdaliano, sendo vital memorizar essa associação para provas e prática clínica.
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