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Q26377 Medicina
As fraturas expostas podem ser tratadas com osteossíntese interna definitiva, segundo a classificação modificada de Gustilo e Anderson, até o tipo
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O tema central desta questão é o tratamento das fraturas expostas segundo a classificação de Gustilo e Anderson. Essa classificação é crucial para determinar o manejo adequado da fratura, que pode variar de acordo com o grau de exposição, contaminação e dano tecidual.

A osteossíntese interna definitiva é uma técnica de fixação de fraturas usando implantes internos, como placas e parafusos, para estabilizar o osso. Este método é geralmente preferido em fraturas menos complexas, onde a fixação externa ou outros métodos não são necessários.

Justificativa para a alternativa correta (C - III-A):

No contexto da classificação de Gustilo e Anderson, as fraturas tipo III-A podem ser tratadas com osteossíntese interna definitiva. Essas fraturas são caracterizadas por:

  • Abertura extensa da pele.
  • Dano tecidual significativo, mas com cobertura adequada dos tecidos moles sobre o osso após a debridagem.

Segundo diretrizes médicas e estudos, quando a cobertura dos tecidos moles é suficiente, a osteossíntese interna pode ser realizada com segurança em fraturas tipo III-A.

Análise das alternativas incorretas:

A - I. e B - II: Ambas as opções descrevem fraturas expostas menos graves que o tipo III-A. Embora a osteossíntese interna seja certamente possível nessas classes, a questão exige o nível máximo onde ainda é uma prática aceitável. Portanto, essas alternativas não respondem corretamente à pergunta.

D - III-B: As fraturas do tipo III-B requerem, muitas vezes, intervenções adicionais, como o uso de retalhos cutâneos ou cirurgias reconstrutivas, devido à perda extensa de tecido, o que torna a osteossíntese interna inicial menos indicada. A cobertura direta dos tecidos moles é insuficiente, exigindo técnicas mais complexas.

E - III-C: Este tipo inclui fraturas com lesões vasculares associadas que necessitam de reparo, o que impõe um risco elevado de complicações infecciosas ou de cicatrização, tornando a osteossíntese interna arriscada como uma intervenção inicial.

Em suma, a escolha da técnica de osteossíntese interna em fraturas tipo III-A está de acordo com a capacidade de fornecer cobertura tecidual adequada sem intervenções reconstrutivas complexas, sendo, portanto, a opção correta nesta questão.

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