Uma paciente primigesta, negra, com 17 anos de idade e no terceiro trimestre de gestação, é trazida à
Emergência Obstétrica devido a história de cefaleia intensa, seguida de epigastralgia há 40 minutos. Familiares
informam que a paciente referiu turvação visual e que, após esses sintomas, apresenta-se meio "aérea", motivo pelo
qual a trouxeram ao hospital. A gestante apresenta-se consciente, ainda referindo turvação visual e epigastralgia. Refere
melhora da cefaleia. Ao exame apresenta: palidez cutâneo-mucosa (+++/4+), pressão arterial = 180 × 120 mmHg,
edema em membros inferiores (++++/4+), batimentos cardiofetais (feto 1 = 120 bpm; feto 2 = 105 bpm).
Com base nos dados clínico-obstétricos expostos, o diagnóstico e a conduta imediata a ser tomada são