No contexto hospitalar, a progressão da dieta oral segue cr...

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Q4090362 Não definido
No contexto hospitalar, a progressão da dieta oral segue critérios clínicos rigorosos, considerando a tolerância gastrointestinal, o estado nutricional e as condições clínicas de cada paciente. O nutricionista deve dominar as características, indicações e composições de cada modalidade dietética para realizar prescrições seguras e tecnicamente fundamentadas.
Associe cada tipo de dieta oral hospitalar descrito na Coluna I à situação clínica que melhor representa sua indicação na Coluna II.

Coluna I

1.Dieta líquida restrita
2.Dieta líquida
3.Dieta branda

Coluna II

(___) Paciente em fase de reabilitação nutricional pós-internação prolongada por peritonite, com motilidade gastrointestinal restabelecida, capacidade mastigatória preservada e ausência de disfagia, tolerando preparações de consistência modificada, com restrição de preparações flatulentas, gordurosas e com excesso de fibras insolúveis, em progressão prevista para alimentação irrestrita.
(___) Paciente com disfagia orofaríngea moderada secundária a acidente vascular cerebral, com avaliação fonoaudiológica evidenciando capacidade deglutitória preservada para consistências viscosas e homogêneas, cuja prescrição admite preparações como vitaminas.
(___) Paciente em primeiro pós-operatório de cirurgia colorretal com anastomose, com retorno incompleto do trânsito intestinal, cuja prescrição visa proporcionar hidratação e estimulação mínima do lúmen intestinal, sendo o aporte calórico ofertado pela via oral insuficiente para o atendimento das necessidades energéticas totais do paciente.

Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. - Rio de Janeiro : Atheneu, 2017.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas