Mulher de 59 anos, com incontinência urinária de esforço
confirmada por estudo urodinâmico, foi submetida a tratamento
fisioterápico supervisionado (exercícios perineais e biofeedback)
por 4 meses, com adesão adequada, sem melhora significativa
dos sintomas. Não há prolapso genital associado nem disfunção
miccional.
Diante da falha do tratamento conservador, a opção terapêutica
mais adequada, dentre as alternativas apresentadas a seguir, é