A psicologia do oprimido, desenvolvida por
Martín-Baró na América Latina, analisa condições psicossociais de populações marginalizadas. Essa perspectiva critica a psicologia
tradicional por desconsiderar determinantes sociais e históricos. A transição teórica da psicologia do desprivilegiado para a psicologia do
oprimido caracteriza-se pela mudança de foco da
carência individual para a análise da: