Mulher de 32 anos, com diagnóstico de transtorno de pânico,
apresenta episódios paroxísticos de ansiedade intensa,
manifestados por taquicardia, parestesia, sudorese e sensação de
morte iminente. Afirma estar sempre preocupada com a
possibilidade de manifestar novos episódios e evita locais onde
eles já ocorreram. Foi encaminhada para psicoterapia, como
parte do tratamento. A abordagem psicoterapêutica que apresenta maior nível de
evidência para o transtorno de pânico é