A necessidade de profissionais surdos para ensinar
Libras nas escolas de surdos e escola inclusivas trouxe
medidas paliativas para resolver este problema, algumas
delas bastante comprometedoras, pois em muitos lugares
ainda se acredita que basta ser surdo para saber Libras e
ter competência para ensiná-la. É como se bastasse falar
inglês para ser professor de inglês. E na falta de um surdo
que fosse considerado “competente” para esta função, recorria-se a um ouvinte que soubesse Libras, mesmo
que minimamente, mas que tivesse a formação
pedagógica necessária.
Mendes, L. (2020). Só ser surdo basta? A educação de surdos no
brasil através dos aspectos legais.