Lesões polipoides da vesícula biliar incluem lesões benigna...
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Tema central: Lesões polipoides da vesícula biliar representam um achado relativamente comum em exames de imagem, sendo, na maioria das vezes, benignas (como pólipos de colesterol, adenomiomatose e adenomas). No entanto, há risco de malignização em casos específicos, o que torna fundamental compreender os critérios para conduta e acompanhamento.
Justificativa da alternativa correta (A): Segundo as principais diretrizes, incluindo a EASL e o Manual MSD para profissionais, pólipos menores que 10 mm, assintomáticos e sem características ultrassonográficas suspeitas, devem ser acompanhados com exames de imagem periódicos. Isso se dá porque o risco de malignidade nesse grupo é muito baixo – destaca-se que o acompanhamento, e não a cirurgia imediata, é a conduta padrão (“Pacientes com pólipos na vesícula biliar < 10 mm devem ser submetidos à ultrassonografia de vigilância a cada 6-12 meses” – Manual MSD).
Análise das alternativas incorretas:
B) Idade não influencia? Errado. Pacientes acima de 50 anos possuem maior risco de malignidade em pólipos, determinando condutas mais agressivas nestes casos. A idade é fator importante segundo consensos e publicações recentes.
C) Pólipos de colesterol são mais raros que adenomas? Errado. Os pólipos de colesterol são os mais comuns (até 70% dos casos) e, costumam ser menores que 10 mm; adenomas são raros e mais preocupantes.
D) Cálculos biliares não influenciam? Errado. A presença de cálculos biliares aumenta o risco de malignidade em pólipos, sendo considerado fator de risco adicional.
E) Colecistectomia videolaparoscópica sempre indicada? Impreciso. A indicação cirúrgica depende da presença de fatores de risco (idade>50 anos, pólipos >10mm, sintomas, cálculos associados) e não deve ser generalizada para qualquer suspeita ou polipose, mas sim nos perfis de maior risco, conforme destacado no UpToDate e EASL.
Estratégia de resolução: Busque os pontos-chave do enunciado: tamanho do pólipo, sintomas, achados ultrassonográficos. Fique atento a termos absolutos (“sempre”, “nunca”, “não exerce influência”) pois costumam sinalizar alternativas incorretas.
Segundo a EASL: “Os pólipos <10 mm em pacientes assintomáticos com ausência de fatores de risco devem ser acompanhados com ultrassonografia regular” (p. 38).
Resumo: A alternativa A reflete o manejo correto e atualizado, embasado em guias e literatura de referência, fortalecendo o raciocínio para casos clínicos similares em provas.
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