O Carcinoma in situ (CIS) vesical é uma lesão plana, de alt...
(__) O CIS é classificado como Tis (Tumor in situ) e é inerentemente de alto grau; não existe CIS de baixo grau na classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS).
(__) O tratamento padrão-ouro para CIS (isolado ou concomitante) é a ressecção transuretral (RTU) das áreas suspeitas, seguida de terapia intravesical com Bacilo Calmette-Guérin (BCG), visando indução e manutenção.
(__) A presença de CIS concomitante a um tumor T1 (Tis + T1) confere um prognóstico significativamente pior do que um tumor T1 isolado, aumentando o risco de progressão para invasão muscular.
(__) O CIS é facilmente identificado na cistoscopia de luz branca como uma lesão papilar exofítica, semelhante aos tumores Ta de baixo grau.
A sequência CORRETA é, "de cima para baixo":
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: O caso cobra o reconhecimento do carcinoma in situ vesical como Tis, lesão plana e de alto grau por definição, com alto risco de progressão; além disso, seu manejo conservador padrão envolve abordagem endoscópica das áreas suspeitas seguida de BCG intravesical em indução e manutenção, e a associação com T1 piora o prognóstico. A quarta assertiva é falsa porque descreve uma lesão papilar exofítica típica de Ta de baixo grau, o que não corresponde ao CIS; por isso, a sequência correta é V, V, V, F.
- Se a lesão é CIS vesical, pense primeiro em Tis, plana e obrigatoriamente de alto grau.
- Em manejo de CIS, procure a combinação de abordagem endoscópica diagnóstica/terapêutica das áreas suspeitas com BCG intravesical em indução e manutenção.
- Se houver T1 associado a CIS, marque pior prognóstico e maior risco de progressão do que T1 isolado.
- Descrição de lesão papilar exofítica semelhante a Ta de baixo grau afasta a morfologia típica de CIS.
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