Durante as aulas de educação física, a professora
observou que alguns alunos continuam
reproduzindo estereótipos sobre o que é
considerado “adequado” para meninos e meninas
no esporte. Por exemplo, alguns meninos evitam
atividades como dança ou ginástica, classificandoas como “coisas de meninas”, enquanto algumas
meninas demonstram receio de participar de jogos
competitivos, preocupadas com possíveis
julgamentos. Na tentativa de criar um ambiente
mais inclusivo e reflexivo, desconstruindo essas
concepções de gênero que restringem a
participação e o desenvolvimento dos estudantes,
segundo as concepções Goellner (2003), é correto
afirmar que