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Q1243675 Medicina
Abaixo são apresentados todos os métodos que, na avaliação diagnóstica de Coronariopatia Crônica no idoso são Grau de Recomendação I e Nível de Evidência B, EXCETO o que se apresenta em:
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Tema central: Avaliação diagnóstica de Coronariopatia Crônica no idoso, identificando métodos diagnósticos que são Grau de Recomendação I e Nível de Evidência B conforme as principais diretrizes clínicas, especialmente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

Justificativa da alternativa correta (A): A Angiotomografia de coronárias NÃO é considerada Grau de Recomendação I e Nível de Evidência B na avaliação diagnóstica de coronariopatia crônica no idoso. As diretrizes são cautelosas com o uso desse método em idosos devido a limitações como calcificação vascular excessiva (comum nessa faixa etária), risco de nefrotoxicidade pelo contraste iodado e exposição à radiação. Segundo a Diretriz de Síndrome Coronariana Crônica – 2025 (SBC), a escolha de métodos deve considerar a acurácia diagnóstica, segurança e aplicabilidade no idoso. Assim, a angiotomografia costuma ter recomendação inferior ou restrita a situações específicas nesse subgrupo.

Análise das alternativas incorretas:

B) Eletrocardiograma (ECG): O ECG é exame inicial indispensável e sempre recomendado para estratificação de risco e identificação de isquemias prévias ou atuais, com ampla aceitação nas diretrizes (Grau de Recomendação I, Nível B).

C) Teste ergométrico: Quando viável, o teste de esforço é padrão-ouro funcional para pesquisa de isquemia miocárdica em pacientes capazes de realizar esforço físico. Apresenta excelente custo-benefício e ampla literatura embasando seu uso nesta faixa etária, desde que não haja contraindicações.

D) Ecocardiograma de estresse: Seja com dobutamina, esforço ou dipiridamol, é muito utilizado no diagnóstico e estratificação por identificar alterações segmentares de contratilidade miocárdica indicativas de isquemia, tendo forte recomendação nas diretrizes.

E) Cintilografia miocárdica: Teste referência para avaliação da perfusão e detecção de áreas isquêmicas com evidência robusta, indicado especialmente quando há limitações para exercício físico, conforme orientação das principais sociedades científicas.

Estratégia para provas: Note que a questão exige atenção ao Grau de Recomendação e Nível de Evidência dos métodos diagnósticos, um detalhe frequente em “pegadinhas”. Fique atento a termos como “todas, exceto”, e sempre busque respaldo em protocolos reconhecidos.

Gabarito: A) Angiotomografia de coronárias.

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A questão apresentada trata da avaliação diagnóstica de Coronariopatia Crônica em idosos, e pede para identificar qual método não possui Grau de Recomendação I e Nível de Evidência B. A resposta correta é a alternativa A, Angiotomografia de coronárias. Os outros métodos apresentados, como Eletrocardiograma, Teste Ergométrico, Eco de estresse e Cintilografia possuem Grau de Recomendação I e Nível de Evidência B de acordo com as diretrizes clínicas atuais para o diagnóstico de Coronariopatia Crônica em idosos. A Angiotomografia de coronárias é considerada uma opção menos invasiva, mas possui um Grau de Recomendação IIa e Nível de Evidência B, o que a coloca em um nível de recomendação abaixo dos demais métodos apresentados.

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