A Figura 1 abaixo ilustra dois modelos de pesa-filtros de fo...
Figura 1: modelos de pesa-filtros
Fonte: SKOOG, WEST, HOLLER, CROUCH, Fundamentos de Química Analítica. Tradução da 8ª Edição norte-americana, Editora Thomson, São Paulo-SP, 2006.
Sobre a aplicação técnica e a mitigação de erros experimentais no uso dessas vidrarias, analise as proposições a seguir.
I- Ambas as vidrarias possuem geometria que privilegia a transferência de massa (evaporação) em processos de dessecação em estufa devido à maior área de exposição da amostra em relação ao seu volume total.
II- Na pesagem de sólidos pulverulentos (pós-finos), o modelo com tampa externa é tecnicamente recomendado para prevenir erros sistemáticos. Isso se deve ao fato de o bocal do frasco ser “coberto” pela tampa, impedindo que partículas da amostra se depositem na superfície esmerilhada, o que comprometeria a vedação e a constância da massa da vidraria.
III- Aeficiência da secagem em estufa é uma propriedade do corpo da vidraria e não do tipo de tampa, uma vez que, para a remoção de voláteis, o frasco deve permanecer destampado dentro da estufa, tornando a configuração da junta (interna ou externa) irrelevante para a cinética de secagem nesse estágio.
IV- O pesa-filtro de tampa interna possui a função adicional de medição volumétrica de precisão, podendo substituir a pipeta volumétrica na transferência de líquidos, desde que o menisco seja ajustado na base da junta esmerilhada.
É CORRETO o que se afirma em: