Criança do sexo feminino, 5 anos, é levada ao
atendimento após relato de ingestão acidental de moeda há
algumas horas. Estava assintomática, com sinais vitais
normais. Radiografia simples revelou a moeda em topografia
gástrica. Foi orientada observação domiciliar com retorno se
necessário. No terceiro dia, a criança retorna ainda
assintomática, mas a mãe relata que não notou eliminação
da moeda nas fezes. Uma nova radiografia mostra o corpo
estranho em topografia duodenal, sem sinais de obstrução
ou perfuração. Diante disso, qual deve ser a conduta mais
apropriada nesse momento?