O modelo epigenético do desenvolvimento
humano, formulado por Erik H. Erikson, compreende a
constituição do ego como resultante de sucessivas
negociações identitárias que se instauram em
momentos críticos denominados crises psicossociais.
Cada etapa da vida estaria marcada por uma polaridade
dialética, cujo desfecho positivo conduz à emergência
de virtudes egoicas progressivamente mais complexas.
Conforme Erikson (1968), a adolescência representa o
cenário privilegiado da síntese identitária, cuja
resolução implica a superação da confusão de papéis.
Diante dessa compreensão, e à luz da matriz
psicossocial eriksoniana, assinale a alternativa que
reflete adequadamente a lógica de desenvolvimento
das etapas: