‘‘Muito se tem falado sobre o sofrimento dos professores. Eu, que ando sempre na direção oposta, e acre
dito que a verdade se encontra no avesso das coisas,
quero falar sobre o contrário: a alegria de ser professor, pois o sofrimento de se ser um professor é semelhante ao sofrimento das dores de parto: a mãe o
aceita e logo dele se esquece, pela alegria de dar à luz
um filho’’. (ALVES, Rubem. A alegria de ensinar. 3.
ed. Campinas: Papirus, 1994)
A construção argumentativa do texto permite inferir
que o autor: