Um adolescente de 15 anos, com padrão facial
dolicofacial e diagnóstico de má oclusão de Classe II
esquelética, apresenta ângulo SN-GoGn de 42°, ângulo
ANB de 7°, protrusão bimaxilar com selamento labial
comprometido e discrepância óssea maxilomandibular
acentuada. A análise cefalométrica de McNamara indica
projeção maxilar anterior ao plano Nperp, e a avaliação
do surto puberal aponta potencial de crescimento ósseo
remanescente. Considerando as abordagens
ortopédicas contemporâneas para correção
esquelética Classe II, com foco na harmonização do
perfil facial e preservação da função miofuncional, qual
conduta terapêutica apresenta melhor custo-benefício
clínico, biomecânico e prognóstico de estabilidade?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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