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Q3455889 Psicologia
As boas práticas de intervenção clínica no transtorno do espectro autista (TEA), conforme orientações do Ministério da Saúde e diretrizes internacionais, recomendam
Alternativas

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Alternativa correta: C

Tema central: A questão trata das boas práticas na intervenção clínica no Transtorno do Espectro Autista (TEA), conforme orientações do Ministério da Saúde e diretrizes internacionais. Esse tema é fundamental, especialmente para concursos na área da saúde, pois aborda os princípios éticos e técnicos que norteiam o atendimento clínico a pessoas com TEA.

Resumo teórico: O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por desafios na comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. Segundo o Ministério da Saúde (Linha de Cuidado para Pessoas com TEA, 2014) e diretrizes internacionais (ex: DSM-5 e CDC), o tratamento deve ser individualizado, precoce, multidisciplinar e centrado no desenvolvimento de habilidades adaptativas, com participação ativa da família. O foco é promover a autonomia, inclusão social e qualidade de vida.

Justificativa da alternativa C: A opção C está correta porque propõe programas terapêuticos que desenvolvem habilidades adaptativas e funcionais, além de envolver a família. Essa abordagem é respaldada pelas diretrizes oficiais, pois trabalha não apenas o desenvolvimento da criança, mas também sua integração ao contexto social e familiar. Essa é considerada a melhor prática, pois favorece ganhos reais na vida cotidiana.

Análise das alternativas incorretas:

  • A: Encaminhar para escolas especiais contraria a política de inclusão (Lei 13.146/2015), que prioriza a permanência em escolas regulares com suporte adequado.
  • B: Normalização dos padrões linguísticos e motores pode gerar expectativas irreais e desconsidera as necessidades individuais da criança, além de não ser o foco principal da intervenção.
  • D: Foco no tratamento farmacológico está incorreto, pois esse só é indicado para sintomas específicos e não substitui a intervenção psicossocial e educacional, que são prioritárias.
  • E: Intervenção apenas após dificuldades significativas vai contra o princípio de prevenção e intervenção precoce, fundamental para melhores resultados no TEA.

Estrategicamente, ao interpretar questões desse tipo, priorize alternativas que falem sobre intervenção precoce, individualizada, multidisciplinar e com envolvimento familiar. Cuidado com opções que proponham segregação, normalização forçada ou adiem a intervenção!

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Não custa lembrar de uma premissa básica da inclusão: adaptar o indivíduo ao ambiente não é a melhor escolha diante do polo "passivo" e indireto do conceito de inclusão: a sociedade e a coletividade devem buscar compreender e aceitar as pessoas, as incluindo, nas suas maneiras, na sociedade, sem manifestar condutas que buscam uma assepsia ou normatização absoluta da sociedade.

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