Juliana, 17 anos de idade, está em Terapia Comportamental
Dialética para Adolescentes (DBT-A), há 2 meses, para tratar
um quadro de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB).
Apesar da boa adesão terapêutica, os sintomas permanecem
intensos. Ela relata flutuações de humor rápidas e intensas ao
longo do dia, descrevendo-se como “no fundo do poço” em
um momento e “paralisada” pela ansiedade horas depois.
Esses estados emocionais são frequentemente
acompanhados por episódios de raiva que ela sente como
incontroláveis, resultando em conflitos interpessoais graves
que prejudicam seu convívio social. Além disso, quando se
sente mais pressionada, Juliana desenvolve uma
desconfiança intensa, chegando a ter pensamentos
recorrentes de que está sendo secretamente observada e que
seus colegas de trabalho conspiram ativamente contra ela,
embora, com esforço, consiga manter um distanciamento
crítico dessas ideias. Diante da persistência e da gravidade
desses sintomas, seu psiquiatra avalia a introdução de um
tratamento farmacológico adjuvante. Considerando o cenário
clínico e as evidências atuais sobre a psicofarmacologia no
TPB, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais
apropriada.
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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