Considere as afirmativas a respeito do arranjo de uma subest...

I. A substituição de disjuntor se dá com desligamento da carga. II. Caracteriza um esquema com barras principal e de transferência. III. É o esquema com maior quantitativo de seccionadoras. Está correto o que se afirma em
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Sistema de Barra principal e barra de transferência. Permite a substituição ou manutenção dos disjuntores sem desligar a carga. E tem menos seccionadoras se comparado com a Barra dupla e disjuntor simples.
Características do Arranjo Barra Principal e Transferência
Abaixo estão as principais características dessa topologia, consolidadas a partir de 4 fontes distintas:
Topologia e Operação:Utiliza duas barras fisicamente distintas e um disjuntor reserva (disjuntor de transferência ou interligação). Em regime normal, todos os circuitos (linhas e transformadores) ficam conectados exclusivamente à barra principal.
Manutenibilidade: Oferece um excelente plano de manutenção, permitindo que a barra de transferência seja energizada pelo disjuntor de interligação para assumir a carga de qualquer disjuntor do pátio que precise de intervenção.
Vantagem Operacional: Permite a substituição ou manutenção de um disjuntor de cada vez sem causar o desligamento da respectiva carga.
Custo-Benefício: Empregada para subestações com um número reduzido de saídas. Em comparação com o arranjo de Barra Dupla, exige uma quantidade menor de chaves seccionadoras, garantindo maior simplicidade operacional.
Critério de Escolha: É o esquema ideal para casos onde o barramento principal possui elevadíssima confiabilidade estrutural, mas os disjuntores utilizados requerem paradas frequentes para manutenção.
Aplicações Típicas: Arranjo largamente aplicado em subestações de médio a maior porte, especialmente nos sistemas de distribuição e subtransmissão (como 69 kV e 138 kV).
Confiabilidade vs Flexibilidade: A sua confiabilidade intrínseca contra curtos-circuitos na barra é avaliada como baixa (semelhante à da barra simples, pois uma falta na barra principal causa o desligamento total da subestação). O seu verdadeiro ganho e diferencial é a grande flexibilidade adicionada à operação da manutenção.
Estado da Barra de Transferência: Diferente de arranjos de barra dupla, a barra de transferência não opera energizada em condições normais de fluxo de potência. Ela permanece desenergizada (vazia) e atua única e exclusivamente como um caminho elétrico provisório (bypass) para o circuito durante a manutenção do disjuntor original do vão.
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