Qual é o tipo de falha mais comum em disjuntores de 13,8 kV ...
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Um dos principais defeitos encontrados em disjuntores de alta e média tensão é a abertura ou queima de suas bobinas de comando, normalmente uma para fechamento e duas para abertura.
Para detectar essa condição, o SCL possui três entradas para monitoração da continuidade elétrica de até 3 bobinas simultaneamente, com contatos alarmes independentes para indicação de falha em cada bobina.
As entradas de monitoração de bobinas são isoladas galvanicamente entre si, permitindo a monitoração de bobinas energizadas a partir de diferentes fontes de alimentação.
Além do estado das bobinas, o Supervisor de Disjuntor SCL monitora sua tensão auxiliar de alimentação, permitindo com isso indicar a falta de uma das tensões de alimentação do disjuntor. O SCL oferece ainda:
• Monitoramento de bobinas alimentadas com tensões de 80 Vcc a 300 Vcc;
• Função de autodiagnóstico;
• Quatro contatos de alarme, um por bobina e um para autodiagnóstico e falta de alimentação;
• Uma porta serial RS485 com protocolos abertos DNP3.0 (opcional) e Modbus RTU;
• LEDs de indicação local de falha das bobinas e BCM em operação;
• Dimensões reduzidas, com fixação em trilho tipo DIN 35 mm, em painéis de comando ou no próprio painel do disjuntor
• Alimentação auxiliar de 38 a 265 Vcc/Vca.
Fonte: http://www.treetech.com.br/pt/detalheproduto.php?produto=1270940296
A maior vantagem dos disjuntores de grande volume de óleo sobre os de pequeno volume de óleo é a grande capacidade de ruptura em curto-circuito em tensões de 138 kV. Mesmo assim este tipo de disjuntor está caindo em desuso.
O princípio de extinção do arco nos disjuntores a óleo é baseado na decomposição das moléculas de óleo pela altíssima temperatura do arco. Essa decomposição resulta na produção de gases (principalmente hidrogênio), sendo a quantidade de gás liberada dependente da magnitude da corrente e da duração do arco.
O gás liberado desempenha duas funções:
- Efeito refrigerante muito acentuado.
- Causa um aumento de pressão em torno do arco, determinando uma elevação do gradiente de tensão necessário à sua manutenção.
B
Independentemente da tecnologia de interrupção e isolamento utilizada no disjuntor SF6, PVO ou vácuo, as câmaras de extinção pólo são componentes altamente confiáveis. Estatísticas internacionais como os relatórios do CIGRE apontam que mais de 70% das falhas em disjuntores são de origem mecânica ou nos circuitos de comando e auxiliares.
Entre essas falhas, as bobinas de atuação elétrica (abertura e fechamento) destacam-se como o elemento com maior índice de problemas, frequentemente causados por:
- Queima por sobreaquecimento: Quando os contatos auxiliares falham em cortar a corrente de comando após a operação.
- Degradação do isolamento: Causada por umidade, calor ou envelhecimento natural do componente.
- Subtensão ou travamento mecânico: Que impede o correto acionamento e força o circuito elétrico de comando.
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