Joana, 49 anos, pediu demissão do emprego que tinha, pois não aguentava mais de dor articular. Entrava
às 6h na mesma escola municipal há 11 anos, mas já não conseguia mais desempenhar as atividades de
serviços gerais na cozinha. Há pelo menos sete meses, queixava-se de muita dor em ombro direito, com
piora progressiva, e dor com edema de articulações interfalangeanas proximais simétrica e bilateralmente,
com rigidez matinal que dificultava muito o manuseio dos utensílios de cozinha. Chegando à UBS, o
médico que a atendeu julgou que se tratava somente de bursite de ombro, prescreveu anti-inflamatório e
fisioterapia.
A conduta mais adequada, baseada no quadro clínico, seria: