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Ano: 2006 Banca: IPAD Órgão: HEMOPE Prova: IPAD - 2006 - HEMOPE - Assistente Social |
Q2908934 Serviço Social

A Política Nacional de Assistência Social, aprovada no Governo Lula:

Alternativas

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Tema Central: A questão aborda a Política Nacional de Assistência Social, uma área fundamental para os profissionais que atuam no serviço social. Compreender esta política é essencial para entender como as ações socioassistenciais são estruturadas e implementadas no Brasil.

Resumo Teórico: A Política Nacional de Assistência Social (PNAS) foi aprovada no governo do presidente Lula, em 2004, e está vinculada ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Este sistema organiza a assistência social em um modelo descentralizado e participativo, promovendo a integração entre governo federal, estadual e municipal, além de garantir a participação da sociedade civil.

Alternativa Correta: A alternativa A é a correta. Ela afirma que a política criou o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que propõe um modelo descentralizado e participativo de regulação. Isso está em conformidade com as diretrizes da PNAS, que visam fortalecer a gestão compartilhada e a participação da sociedade nos programas sociais.

Análise das Alternativas Incorretas:

B. Esta alternativa está incorreta, pois a PNAS não centraliza a execução dos programas no Governo Federal. Pelo contrário, ela promove a descentralização, permitindo que as ações sejam executadas no âmbito municipal com apoio e regulação federal.

C. A afirmação de que a PNAS criou o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Bolsa Família está errada. O BPC foi instituído pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) em 1993, e o Bolsa Família foi criado em 2003, anteriormente à criação da PNAS.

D. Embora a proteção social especial de alta complexidade seja uma parte importante da política, a PNAS abrange tanto a proteção social básica quanto a especial, não priorizando exclusivamente a alta complexidade.

E. Esta alternativa está incorreta porque a assistência social no Brasil tem caráter não contributivo. Ou seja, os cidadãos não precisam contribuir financeiramente para ter acesso aos serviços, que são um direito de todos, independentemente da contribuição.

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