Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda: Caso cl...
Caso clínico: um operador de fábrica, 42 anos, atendido na Estratégia Saúde da Família (ESF), refere dor epigástrica, plenitude pós-prandial e pirose há 6 meses. Trabalha em regime de turnos alternados, incluindo período noturno, com sono irregular. Exames laboratoriais sem alterações e ausência de sinais de alarme, sendo diagnosticado com dispepsia funcional.
Considerando a abordagem clínica e os fatores ocupacionais envolvidos, assinale a alternativa que apresenta a conduta adequada do médico para o caso em questão:
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: A decisão dependia de reconhecer que a questão combinava dispepsia funcional sem sinais de alarme com um fator ocupacional relevante, o trabalho em turnos com sono irregular. Isso afasta tanto a investigação invasiva obrigatória quanto a conduta sem tratamento, restando a alternativa que faz manejo clínico inicial e aborda o componente ocupacional.
- Se o enunciado já define dispepsia funcional sem sinais de alarme, a análise deve recair sobre a conduta inicial, não sobre investigação invasiva obrigatória.
- Quando houver fator ocupacional explicitamente relacionado ao quadro, a resposta adequada precisa incorporá-lo ao manejo e não apenas prescrever sintomáticos.
- Elimine alternativas que exageram na investigação inicial e também as que se omitem no tratamento; a conduta correta fica no manejo clínico inicial proporcional ao caso.
- Sono irregular e trabalho em turnos, quando destacados no caso, não podem ser tratados como detalhe neutro na decisão clínica.
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