Questões de Concurso Público SEDUC-SP 2025 para Professor de Educação Básica II - Educação Especial (Deficiência Visual) - QM 2018

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Q3528748 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil, 2008), em suas diretrizes, estabelece que o atendimento educacional especializado (AEE) identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas.
Nessa perspectiva, é correto afirmar que o AEE
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Q3528749 Pedagogia
Para promover uma educação integral com equidade, o Currículo Paulista – etapa Ensino Médio (2020) considera que as temáticas, os atendimentos e as modalidades de ensino permeiam os diversos componentes curriculares de todas as etapas da vida escolar. Nesse sentido, deve-se possibilitar o desenvolvimento de
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Q3528750 Pedagogia
“O Currículo Paulista, em observação à acentuada diversidade cultural e ao compromisso com a redução das desigualdades educacionais no Estado, leva em consideração as necessidades, as possibilidades e os interesses do estudante, assim como suas identidades linguísticas, étnicas e culturais, de modo a assegurar suas aprendizagens essenciais integralmente.”

(SÃO PAULO [Estado]: SEDUC, 2020, p. 39)

De acordo com a citação, um dos pontos focais na elaboração do Currículo Paulista consiste na equidade e
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Q3528751 Pedagogia
Amorim e Alves (2008) afirmam que não existe uma dificuldade intransponível para atender às necessidades da criança cega e que o diferencial está no procedimento metodológico utilizado, que favoreça as formações pessoal, social e o conhecimento do mundo. De acordo com as autoras, para facilitar o contato com a criança cega na escola, uma das orientações é:
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Q3528752 Pedagogia
O processo de desenvolvimento e aprendizagem tátil envolve algumas fases que são interdependentes e dinâmicas entre si, como a consciência da qualidade tátil, conhecimento de estruturas e formas básicas e representação bidimensional, segundo Amorim e Alves (2008).
Assinale a alternativa que, de acordo com as autoras, exemplifica a consciência da qualidade tátil.
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Q3528753 Pedagogia
No ebook Diversidade e Cultura Inclusiva (2014, p. 8), Sadao Omote, ao escrever o prefácio, reflete que os educadores precisam ter um domínio seguro de conhecimentos acerca da diversidade e da inclusão e afirma:
“Embora comumente se localize o início do movimento em direção à inclusão à década de 90 do século XX, na verdade, as sociedades humanas vêm tornando-se progressivamente inclusivas há longos séculos. Esse velho movimento inclusivo, ainda que de modo não explícito, é fundado nas noções de diversidade, igualdade, cidadania etc.”
De acordo com o esse autor, com relação ao movimento inclusivo, nada essencialmente mudou, a não ser aguçar a percepção da diversidade e a consciência
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Q3528754 Pedagogia
Auxílios não ópticos para baixa visão: são auxílios que não empregam sistemas ópticos, porém, modificam materiais e o ambiente para promover o melhor desempenho visual da pessoa com baixa visão. Podem ser: para a ampliação; para posicionamento e postura; para leitura e escrita e para promover a iluminação.

(Adaptado de SAMPAIO et al, 2010, p. 113)
Assinale a alternativa que corresponde a um auxílio não óptico para a escrita. 
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Q3528755 Arquitetura
Auxílios não ópticos para baixa visão: são auxílios que não empregam sistemas ópticos, porém, modificam materiais e o ambiente para promover o melhor desempenho visual da pessoa com baixa visão. Podem ser: para a ampliação; para posicionamento e postura; para leitura e escrita e para promover a iluminação.

(Adaptado de SAMPAIO et al, 2010, p. 113)
Com relação aos auxílios não ópticos para baixa visão que possibilitam um controle de iluminação, é correto afirmar que as lâmpadas fluorescentes
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Q3528756 Pedagogia
Com relação aos recursos ópticos para a baixa visão, as lupas manuais são muito usadas em campos periféricos remanescentes, porque permitem o posicionamento adequado para uso mais eficiente da visão e apresentam vantagens e desvantagens (Sampaio et al, 2010. Adaptado).
Dentre as desvantagens, destaca-se o fato de que
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Q3528757 Pedagogia
João, um adolescente de 13 anos, recebeu a prescrição do uso de ampliação por prisma devido à baixa visão causada por distrofia de cones. O professor observou que, após o uso dos prismas, João diminuiu o movimento de lateralizar a cabeça para buscar o foco visual. Sabendo que o uso do prisma visa deslocar a imagem percebida pela retina para fora da região foveal, estimulando uma nova área ainda preservada na retina, e com base em Sampaio et al (2010), o professor deduz que o comprometimento visual de João está relacionado com
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Q3528758 Pedagogia
A autora Ormelezi (2006) escreveu sobre a dimensão psicossocial da cegueira, identificando o modo como o cego é visto por aquelas pessoas que enxergam e qual o lugar que o cego ocupa no discurso instaurado, quer no âmbito pessoal, quer no social. O cego é visto como coitado, pecador ou como sábio, como o que tem que ser o melhor, ou aquele sobre quem paira sempre uma dúvida em relação à sua capacidade. Para esta autora, a dimensão psicossocial da cegueira implica
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Q3528759 Pedagogia
Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que a colaboração entre profissionais da educação regular e especial é possível com o trabalho em coensino em diferentes estágios de interação e colaboração. Para essas autoras, quando o profissional da educação especial gradualmente passa a assumir um papel mais ativo em sala de aula e a comunicação entre os profissionais de educação especial e ensino regular passa a ser mais frequente, aberta e interativa, trata-se do estágio
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Q3528760 Pedagogia
Borges (2020, p. 73), ao se referir ao atendimento educacional especializado, comenta que “o conhecimento complementar depende da demanda de cada educando do público-alvo da educação especial, pois alguns alunos demandam o conhecimento de inserção na cultura e outros demandam que se explorem conceitos específicos trabalhados em sala de aula”. Para essa autora, tanto uma demanda quanto a outra
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Q3528761 Pedagogia
Masini (2013, p. 37) afirma ser necessário que o docente seja “capaz de organizar e transmitir com clareza seus pensamentos e de transformar as condições insatisfatórias, contribuindo para que o aluno desenvolva confiança em si mesmo.” Para a autora, especificamente para a pessoa com deficiência visual, é necessário que o educador esteja atento
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Q3528762 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei Brasileira de Inclusão – Lei n° 13.146/2015 considera em seu artigo 3⁠º: “pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do estudante com deficiência e atua em todas as atividades escolares nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições públicas e privadas, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas.” Esta definição refere-se ao
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Q3528763 Pedagogia
A Lei Brasileira de Inclusão – Lei n° 13.146/2015, em seu artigo 3° , considera: “produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.” Essa concepção refere-se
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Q3528764 Braille
Existe um recurso tecnológico, segundo Lima (2018), que possibilita ao aluno com deficiência visual usar o computador com a função de edição de textos, leitura de documentos e recursos para impressão de textos em braille, assim como jogos didáticos, calculadora vocal, relógio, ampliador de telas e leitor simplificado na tela.
Este recurso é o
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Q3528765 Pedagogia
Para os alunos com baixa visão, o uso de contrastes é benéfico e pode ser utilizado de várias maneiras, dependendo das necessidades visuais específicas de cada um, atendendo suas preferências e o conforto. Um exemplo do uso funcional de contrastes, de acordo com Domingues (2010), é:
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Q3528766 Pedagogia
A baixa visão pode ser causada por dificuldades de campo visual. Domingues (2010) menciona que um aluno com alterações de campo visual periférico poderá ter dificuldades
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Q3528767 Pedagogia
As definições de baixa visão e cegueira podem ser feitas por dois critérios: legal e educacional. Do ponto de vista educacional, é importante observar como o estudante utiliza a visão e quais são os potenciais visuais a serem explorados, bem como quais os recursos adequados para cada caso (Lima, 2018). Nesse contexto, o fator de definição para classificação educacional de cegueira é: 
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Respostas
21: E
22: A
23: B
24: C
25: A
26: E
27: D
28: B
29: C
30: A
31: E
32: B
33: D
34: C
35: A
36: E
37: D
38: E
39: B
40: A