Questões de Concurso Público SEDUC-SP 2025 para Professor de Educação Básica II - Educação Especial (Deficiência Visual) - QM 2018

Foram encontradas 41 questões

Q3528753 Pedagogia
No ebook Diversidade e Cultura Inclusiva (2014, p. 8), Sadao Omote, ao escrever o prefácio, reflete que os educadores precisam ter um domínio seguro de conhecimentos acerca da diversidade e da inclusão e afirma:
“Embora comumente se localize o início do movimento em direção à inclusão à década de 90 do século XX, na verdade, as sociedades humanas vêm tornando-se progressivamente inclusivas há longos séculos. Esse velho movimento inclusivo, ainda que de modo não explícito, é fundado nas noções de diversidade, igualdade, cidadania etc.”
De acordo com o esse autor, com relação ao movimento inclusivo, nada essencialmente mudou, a não ser aguçar a percepção da diversidade e a consciência
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Q3528754 Pedagogia
Auxílios não ópticos para baixa visão: são auxílios que não empregam sistemas ópticos, porém, modificam materiais e o ambiente para promover o melhor desempenho visual da pessoa com baixa visão. Podem ser: para a ampliação; para posicionamento e postura; para leitura e escrita e para promover a iluminação.

(Adaptado de SAMPAIO et al, 2010, p. 113)
Assinale a alternativa que corresponde a um auxílio não óptico para a escrita. 
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Q3528756 Pedagogia
Com relação aos recursos ópticos para a baixa visão, as lupas manuais são muito usadas em campos periféricos remanescentes, porque permitem o posicionamento adequado para uso mais eficiente da visão e apresentam vantagens e desvantagens (Sampaio et al, 2010. Adaptado).
Dentre as desvantagens, destaca-se o fato de que
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Q3528757 Pedagogia
João, um adolescente de 13 anos, recebeu a prescrição do uso de ampliação por prisma devido à baixa visão causada por distrofia de cones. O professor observou que, após o uso dos prismas, João diminuiu o movimento de lateralizar a cabeça para buscar o foco visual. Sabendo que o uso do prisma visa deslocar a imagem percebida pela retina para fora da região foveal, estimulando uma nova área ainda preservada na retina, e com base em Sampaio et al (2010), o professor deduz que o comprometimento visual de João está relacionado com
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Q3528758 Pedagogia
A autora Ormelezi (2006) escreveu sobre a dimensão psicossocial da cegueira, identificando o modo como o cego é visto por aquelas pessoas que enxergam e qual o lugar que o cego ocupa no discurso instaurado, quer no âmbito pessoal, quer no social. O cego é visto como coitado, pecador ou como sábio, como o que tem que ser o melhor, ou aquele sobre quem paira sempre uma dúvida em relação à sua capacidade. Para esta autora, a dimensão psicossocial da cegueira implica
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Q3528759 Pedagogia
Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que a colaboração entre profissionais da educação regular e especial é possível com o trabalho em coensino em diferentes estágios de interação e colaboração. Para essas autoras, quando o profissional da educação especial gradualmente passa a assumir um papel mais ativo em sala de aula e a comunicação entre os profissionais de educação especial e ensino regular passa a ser mais frequente, aberta e interativa, trata-se do estágio
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Q3528760 Pedagogia
Borges (2020, p. 73), ao se referir ao atendimento educacional especializado, comenta que “o conhecimento complementar depende da demanda de cada educando do público-alvo da educação especial, pois alguns alunos demandam o conhecimento de inserção na cultura e outros demandam que se explorem conceitos específicos trabalhados em sala de aula”. Para essa autora, tanto uma demanda quanto a outra
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Q3528761 Pedagogia
Masini (2013, p. 37) afirma ser necessário que o docente seja “capaz de organizar e transmitir com clareza seus pensamentos e de transformar as condições insatisfatórias, contribuindo para que o aluno desenvolva confiança em si mesmo.” Para a autora, especificamente para a pessoa com deficiência visual, é necessário que o educador esteja atento
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Q3528763 Pedagogia
A Lei Brasileira de Inclusão – Lei n° 13.146/2015, em seu artigo 3° , considera: “produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.” Essa concepção refere-se
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Q3528765 Pedagogia
Para os alunos com baixa visão, o uso de contrastes é benéfico e pode ser utilizado de várias maneiras, dependendo das necessidades visuais específicas de cada um, atendendo suas preferências e o conforto. Um exemplo do uso funcional de contrastes, de acordo com Domingues (2010), é:
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Q3528766 Pedagogia
A baixa visão pode ser causada por dificuldades de campo visual. Domingues (2010) menciona que um aluno com alterações de campo visual periférico poderá ter dificuldades
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Q3528767 Pedagogia
As definições de baixa visão e cegueira podem ser feitas por dois critérios: legal e educacional. Do ponto de vista educacional, é importante observar como o estudante utiliza a visão e quais são os potenciais visuais a serem explorados, bem como quais os recursos adequados para cada caso (Lima, 2018). Nesse contexto, o fator de definição para classificação educacional de cegueira é: 
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Q3528768 Pedagogia
De acordo com Domingues et al (2010), durante o desenvolvimento da criança com cegueira congênita, é necessária a mediação adequada do adulto para estimular e criar outras formas de comportamentos exploratórios por meio do contato físico e da fala pautados em referencial perceptivo não visual para preencher as lacunas ocasionadas pela falta da visão. Podem aparecer comportamentos como o verbalismo, caracterizado
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Q3528769 Pedagogia
Para aprender o braille, “a criança cega tem que analisar com seus dedos (geralmente o indicador) cada uma das letras (ou pontos), separando uma das outras” (Sampaio et al, 2010, p. 396). Portanto, na leitura braille,
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Q3528771 Pedagogia
Assinale a alternativa correta quanto ao Soroban, com base em Sampaio et al (2010).
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Q3528773 Pedagogia
Assinale a alternativa que descreve corretamente as séries a que pertencem os sinais do Sistema Braille.
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Q3528780 Pedagogia
Com base em Sampaio (2010, p. 460), a definição “superfície de piso caracterizado pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente destinado a constituir aviso perceptível por pessoas com deficiência visual (cegos e com baixa visão)” refere-se ao piso
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Q3528781 Pedagogia
Nas palavras de Domingues (2010, p. 35): “uma criança com cegueira levará mais tempo para conhecer ou reconhecer as coisas ou objetos porque manuseia e analisa palmo a palmo o objeto”; isto porque, pelo tato, a criança
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Q3528782 Pedagogia
Na concepção da autora Masini (2013), para se compreender a pessoa com deficiência visual e sua maneira de se relacionar no mundo que a cerca, há que se considerar ao mesmo tempo sua generalidade e especificidade. Portanto, para essa compreensão, segundo o pensamento da autora, é importante conhecer sobre a pessoa com deficiência visual:
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Q3528786 Pedagogia
Com relação à iluminação da sala de aula, particularmente para alunos com baixa visão, que necessitam da iluminação, de acordo com Domingues (2010), está correto
Alternativas
Respostas
21: E
22: D
23: C
24: A
25: E
26: B
27: D
28: C
29: E
30: E
31: B
32: A
33: D
34: C
35: E
36: E
37: D
38: E
39: B
40: D