Questões de Concurso Público SES-PE 2024 para Residência Médica - Cirurgia Torácica
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Assinale a alternativa que indica a conduta MAIS ADEQUADA para o manejo do caso acima.
Com o diagnóstico de tumor carcinoide, podemos ter como conduta:
I. O achado de linfonodos aumentados no mediastino é diagnóstico de doença N2, e o paciente pode ser encaminhado à oncologia para tratamento definitivo com QT e RXT.
II. Os achados de íntima relação com o arco aórtico na tomografia definem a irressecabilidade da doença.
III. O paciente deve ser submetido à mediastinoscopia para excluir a possibilidade de doença N2.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. A terapia neoadjuvante estaria indicada apenas se o mediastino for positivo.
II. A terapia neoadjuvante será apenas com quimioterapia, já que a radioterapia não traz benefício de sobrevida nesses casos.
III. O tratamento cirúrgico pode ser indicado, sem que haja necessidade de tratamento adjuvante, caso seja uma ressecção R0.
Assinale a alternativa CORRETA.
Entre os critérios de ressecabilidade, podemos dizer que fazem parte, EXCETO:
A sequestração pulmonar intralobar é uma malformação congênita, que se caracteriza por apresentar
Em relação às malformações pulmonares, é INCORRETO afirmar que
Em relação ao Pectus Carinatum (PC), é INCORRETO afirmar que
Levando em consideração o quadro de imunossupressão, qual medida deve ser tomada inicialmente?
Qual dos seguintes tumores é o mais comum da parede torácica?
Qual das seguintes opções NÃO é uma características típica do pectus excavatum?
A síndrome de Tietze é uma condição inflamatória que afeta
CASO CLÍNICO 5
Paciente de 45 anos, tabagista (30 maços/ano), com história de tosse crônica e dispneia progressiva. Relata episódios de sibilância intermitente e hemoptise recente. A tomografia de tórax mostra lesão obstrutiva em traqueia proximal, ocupando cerca de 50% da luz traqueal. Broncoscopia revela uma massa exofítica com sinais de necrose central.
CASO CLÍNICO 5
Paciente de 45 anos, tabagista (30 maços/ano), com história de tosse crônica e dispneia progressiva. Relata episódios de sibilância intermitente e hemoptise recente. A tomografia de tórax mostra lesão obstrutiva em traqueia proximal, ocupando cerca de 50% da luz traqueal. Broncoscopia revela uma massa exofítica com sinais de necrose central.
Qual o próximo passo mais apropriado no manejo?
Qual o diagnóstico mais provável?