Questões de Concurso Público Prefeitura de Curitiba - PR 2022 para Técnico de Saúde Bucal em Saúde Pública
Foram encontradas 10 questões
O texto a seguir é referência para a questão.
Tradução do conhecimento científico para a gestão da saúde
Gerir serviços de saúde requer, entre outras coisas, o acesso a informações válidas e confiáveis e a capacidade de análise crítica da realidade. Nesse sentido, o conhecimento científico, construído com base em processos rigorosos de validação, pode ajudar os gestores da saúde ____ desempenhar suas funções.
No entanto, há muitos fatores que dificultam a utilização do conhecimento para a gestão.
[...] Objetivos múltiplos, agentes diversos e interesses divergentes em um contexto dominado por profissionais mais atentos à sua autonomia do que ____ regras institucionais levam ao desenvolvimento de distintas racionalidades no interior da organização. À racionalidade técnica, associada ao conhecimento científico, se opõe, notadamente, ____ racionalidade política, que se refere ____ relações de poder entre os diversos agentes.
Não apenas as organizações de saúde, mas também ____ instituições científicas criam obstáculos ao uso do conhecimento.
Nem sempre os pesquisadores dão atenção aos problemas de interesse da gestão. Nessa situação, o conhecimento necessário ao gestor pode não estar disponível. Outras vezes, o conhecimento existe, mas é inacessível ao gestor, dado que divulgado apenas em publicações herméticas. Muitos resultados de pesquisa, fruto de experimentos controlados, são inaplicáveis em situações reais. Acrescente-se que os mecanismos de avanço na carreira científica não valorizam especialmente a relevância social da pesquisa.
[...] O fortalecimento da racionalidade técnica das organizações exige, além da disponibilização do conhecimento, a mudança das regras dos jogos de poder. Se prevalecem as disputas entre interesses particulares, os argumentos técnicos são manipulados. De fato, é o interesse público que pode valorizar a razão técnica na tomada de decisão. E, para que prevaleça o interesse público, é preciso democratizar a gestão, ampliando a participação de trabalhadores e usuários dos serviços de saúde nos processos de decisão.
Enfim, a tradução do conhecimento comporta estratégias de disseminação de resultados de pesquisa, mas deve, para ser efetiva, se associar a transformações que favoreçam o exercício democrático da cidadania no interior das organizações.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/traducao-do-conhecimento-cientifico-para-a-gestao-da-saude/. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Tradução do conhecimento científico para a gestão da saúde
Gerir serviços de saúde requer, entre outras coisas, o acesso a informações válidas e confiáveis e a capacidade de análise crítica da realidade. Nesse sentido, o conhecimento científico, construído com base em processos rigorosos de validação, pode ajudar os gestores da saúde ____ desempenhar suas funções.
No entanto, há muitos fatores que dificultam a utilização do conhecimento para a gestão.
[...] Objetivos múltiplos, agentes diversos e interesses divergentes em um contexto dominado por profissionais mais atentos à sua autonomia do que ____ regras institucionais levam ao desenvolvimento de distintas racionalidades no interior da organização. À racionalidade técnica, associada ao conhecimento científico, se opõe, notadamente, ____ racionalidade política, que se refere ____ relações de poder entre os diversos agentes.
Não apenas as organizações de saúde, mas também ____ instituições científicas criam obstáculos ao uso do conhecimento.
Nem sempre os pesquisadores dão atenção aos problemas de interesse da gestão. Nessa situação, o conhecimento necessário ao gestor pode não estar disponível. Outras vezes, o conhecimento existe, mas é inacessível ao gestor, dado que divulgado apenas em publicações herméticas. Muitos resultados de pesquisa, fruto de experimentos controlados, são inaplicáveis em situações reais. Acrescente-se que os mecanismos de avanço na carreira científica não valorizam especialmente a relevância social da pesquisa.
[...] O fortalecimento da racionalidade técnica das organizações exige, além da disponibilização do conhecimento, a mudança das regras dos jogos de poder. Se prevalecem as disputas entre interesses particulares, os argumentos técnicos são manipulados. De fato, é o interesse público que pode valorizar a razão técnica na tomada de decisão. E, para que prevaleça o interesse público, é preciso democratizar a gestão, ampliando a participação de trabalhadores e usuários dos serviços de saúde nos processos de decisão.
Enfim, a tradução do conhecimento comporta estratégias de disseminação de resultados de pesquisa, mas deve, para ser efetiva, se associar a transformações que favoreçam o exercício democrático da cidadania no interior das organizações.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/traducao-do-conhecimento-cientifico-para-a-gestao-da-saude/. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Tradução do conhecimento científico para a gestão da saúde
Gerir serviços de saúde requer, entre outras coisas, o acesso a informações válidas e confiáveis e a capacidade de análise crítica da realidade. Nesse sentido, o conhecimento científico, construído com base em processos rigorosos de validação, pode ajudar os gestores da saúde ____ desempenhar suas funções.
No entanto, há muitos fatores que dificultam a utilização do conhecimento para a gestão.
[...] Objetivos múltiplos, agentes diversos e interesses divergentes em um contexto dominado por profissionais mais atentos à sua autonomia do que ____ regras institucionais levam ao desenvolvimento de distintas racionalidades no interior da organização. À racionalidade técnica, associada ao conhecimento científico, se opõe, notadamente, ____ racionalidade política, que se refere ____ relações de poder entre os diversos agentes.
Não apenas as organizações de saúde, mas também ____ instituições científicas criam obstáculos ao uso do conhecimento.
Nem sempre os pesquisadores dão atenção aos problemas de interesse da gestão. Nessa situação, o conhecimento necessário ao gestor pode não estar disponível. Outras vezes, o conhecimento existe, mas é inacessível ao gestor, dado que divulgado apenas em publicações herméticas. Muitos resultados de pesquisa, fruto de experimentos controlados, são inaplicáveis em situações reais. Acrescente-se que os mecanismos de avanço na carreira científica não valorizam especialmente a relevância social da pesquisa.
[...] O fortalecimento da racionalidade técnica das organizações exige, além da disponibilização do conhecimento, a mudança das regras dos jogos de poder. Se prevalecem as disputas entre interesses particulares, os argumentos técnicos são manipulados. De fato, é o interesse público que pode valorizar a razão técnica na tomada de decisão. E, para que prevaleça o interesse público, é preciso democratizar a gestão, ampliando a participação de trabalhadores e usuários dos serviços de saúde nos processos de decisão.
Enfim, a tradução do conhecimento comporta estratégias de disseminação de resultados de pesquisa, mas deve, para ser efetiva, se associar a transformações que favoreçam o exercício democrático da cidadania no interior das organizações.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/traducao-do-conhecimento-cientifico-para-a-gestao-da-saude/. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Tradução do conhecimento científico para a gestão da saúde
Gerir serviços de saúde requer, entre outras coisas, o acesso a informações válidas e confiáveis e a capacidade de análise crítica da realidade. Nesse sentido, o conhecimento científico, construído com base em processos rigorosos de validação, pode ajudar os gestores da saúde ____ desempenhar suas funções.
No entanto, há muitos fatores que dificultam a utilização do conhecimento para a gestão.
[...] Objetivos múltiplos, agentes diversos e interesses divergentes em um contexto dominado por profissionais mais atentos à sua autonomia do que ____ regras institucionais levam ao desenvolvimento de distintas racionalidades no interior da organização. À racionalidade técnica, associada ao conhecimento científico, se opõe, notadamente, ____ racionalidade política, que se refere ____ relações de poder entre os diversos agentes.
Não apenas as organizações de saúde, mas também ____ instituições científicas criam obstáculos ao uso do conhecimento.
Nem sempre os pesquisadores dão atenção aos problemas de interesse da gestão. Nessa situação, o conhecimento necessário ao gestor pode não estar disponível. Outras vezes, o conhecimento existe, mas é inacessível ao gestor, dado que divulgado apenas em publicações herméticas. Muitos resultados de pesquisa, fruto de experimentos controlados, são inaplicáveis em situações reais. Acrescente-se que os mecanismos de avanço na carreira científica não valorizam especialmente a relevância social da pesquisa.
[...] O fortalecimento da racionalidade técnica das organizações exige, além da disponibilização do conhecimento, a mudança das regras dos jogos de poder. Se prevalecem as disputas entre interesses particulares, os argumentos técnicos são manipulados. De fato, é o interesse público que pode valorizar a razão técnica na tomada de decisão. E, para que prevaleça o interesse público, é preciso democratizar a gestão, ampliando a participação de trabalhadores e usuários dos serviços de saúde nos processos de decisão.
Enfim, a tradução do conhecimento comporta estratégias de disseminação de resultados de pesquisa, mas deve, para ser efetiva, se associar a transformações que favoreçam o exercício democrático da cidadania no interior das organizações.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/traducao-do-conhecimento-cientifico-para-a-gestao-da-saude/. (Adaptado)
Releia o trecho a seguir:
Outras vezes, o conhecimento existe, mas é inacessível ao gestor, dado que divulgado apenas em publicações herméticas.
O termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por:
O texto a seguir é referência para a questão.
5% mais pobres perdem quase 34% da renda no Brasil
A perda de renda afetou pobres e ricos em 2021, mas ___________ mais intensa para os brasileiros com menos condições financeiras, indica pesquisa divulgada nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Conforme o levantamento, que vai além do mercado de trabalho e também analisa outras fontes de recursos, incluindo programas sociais, os 5% da população com menor renda tiveram queda de 33,9% no rendimento médio de 2020 para 2021.
A baixa é a mais intensa entre as 13 classes pesquisadas pelo IBGE. Todas elas amargaram recuos na comparação dos dois últimos anos, sinaliza o instituto.
De 2020 para 2021, os 5% mais pobres ___________ o rendimento médio domiciliar per capita recuar de R$ 59 para R$ 39 por mês. ___________ dessa comparação a queda de 33,9%.
A renda domiciliar per capita corresponde ao ganho total dividido pela quantidade de pessoas em cada residência.
A segunda perda mais intensa foi sentida pela camada que envolve os brasileiros com a segunda menor renda média. ___________ da classe da população com rendimento de 5% a 10% mais baixo.
Nessa faixa, a renda despencou 31,8%, de R$ 217 para R$ 148, na passagem de 2020 para 2021.
Na outra ponta da lista, a parcela 1% mais rica ___________ perda de 6,4%. A renda média per capita desse grupo recuou de R$ 17 mil para R$ 15,9 mil no ano passado.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/06/5-mais-pobres-perdem-quase-34-da-renda-no-brasil.shtml. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
5% mais pobres perdem quase 34% da renda no Brasil
A perda de renda afetou pobres e ricos em 2021, mas ___________ mais intensa para os brasileiros com menos condições financeiras, indica pesquisa divulgada nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Conforme o levantamento, que vai além do mercado de trabalho e também analisa outras fontes de recursos, incluindo programas sociais, os 5% da população com menor renda tiveram queda de 33,9% no rendimento médio de 2020 para 2021.
A baixa é a mais intensa entre as 13 classes pesquisadas pelo IBGE. Todas elas amargaram recuos na comparação dos dois últimos anos, sinaliza o instituto.
De 2020 para 2021, os 5% mais pobres ___________ o rendimento médio domiciliar per capita recuar de R$ 59 para R$ 39 por mês. ___________ dessa comparação a queda de 33,9%.
A renda domiciliar per capita corresponde ao ganho total dividido pela quantidade de pessoas em cada residência.
A segunda perda mais intensa foi sentida pela camada que envolve os brasileiros com a segunda menor renda média. ___________ da classe da população com rendimento de 5% a 10% mais baixo.
Nessa faixa, a renda despencou 31,8%, de R$ 217 para R$ 148, na passagem de 2020 para 2021.
Na outra ponta da lista, a parcela 1% mais rica ___________ perda de 6,4%. A renda média per capita desse grupo recuou de R$ 17 mil para R$ 15,9 mil no ano passado.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/06/5-mais-pobres-perdem-quase-34-da-renda-no-brasil.shtml. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
5% mais pobres perdem quase 34% da renda no Brasil
A perda de renda afetou pobres e ricos em 2021, mas ___________ mais intensa para os brasileiros com menos condições financeiras, indica pesquisa divulgada nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Conforme o levantamento, que vai além do mercado de trabalho e também analisa outras fontes de recursos, incluindo programas sociais, os 5% da população com menor renda tiveram queda de 33,9% no rendimento médio de 2020 para 2021.
A baixa é a mais intensa entre as 13 classes pesquisadas pelo IBGE. Todas elas amargaram recuos na comparação dos dois últimos anos, sinaliza o instituto.
De 2020 para 2021, os 5% mais pobres ___________ o rendimento médio domiciliar per capita recuar de R$ 59 para R$ 39 por mês. ___________ dessa comparação a queda de 33,9%.
A renda domiciliar per capita corresponde ao ganho total dividido pela quantidade de pessoas em cada residência.
A segunda perda mais intensa foi sentida pela camada que envolve os brasileiros com a segunda menor renda média. ___________ da classe da população com rendimento de 5% a 10% mais baixo.
Nessa faixa, a renda despencou 31,8%, de R$ 217 para R$ 148, na passagem de 2020 para 2021.
Na outra ponta da lista, a parcela 1% mais rica ___________ perda de 6,4%. A renda média per capita desse grupo recuou de R$ 17 mil para R$ 15,9 mil no ano passado.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/06/5-mais-pobres-perdem-quase-34-da-renda-no-brasil.shtml. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Por que o futuro da humanidade pode depender da África
Há algumas estimativas de quando chegaremos ao pico populacional e quantos de nós vão estar vivos nesse momento, mas todas as previsões concordam que a humanidade vai encolher no próximo século.
[...] À primeira vista, esse declínio populacional pode parecer uma boa notícia, afinal, um mundo menos superpovoado poderia ser mais sustentável.
Mas por trás dos números há uma realidade muito complexa: com cada vez menos jovens e uma população cada vez mais envelhecida, como os países vão manter suas economias ativas? E como a humanidade vai sobreviver?
É neste contexto que muitos olham para o continente africano, em particular para os países da África Subsariana, como é conhecida a imensa região do centro e sul do continente, que agrupa 54 países.
Ao contrário do que acontece no resto do mundo, sua população está crescendo exponencialmente. Esse ponto do planeta é considerado o berço da humanidade.
As projeções indicam que a população da região vai dobrar até 2050, chegando a 2,5 bilhões de pessoas. Na prática, isso significa que, em menos de 30 anos, um quarto da humanidade poderia ser potencialmente africana.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61753061. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Por que o futuro da humanidade pode depender da África
Há algumas estimativas de quando chegaremos ao pico populacional e quantos de nós vão estar vivos nesse momento, mas todas as previsões concordam que a humanidade vai encolher no próximo século.
[...] À primeira vista, esse declínio populacional pode parecer uma boa notícia, afinal, um mundo menos superpovoado poderia ser mais sustentável.
Mas por trás dos números há uma realidade muito complexa: com cada vez menos jovens e uma população cada vez mais envelhecida, como os países vão manter suas economias ativas? E como a humanidade vai sobreviver?
É neste contexto que muitos olham para o continente africano, em particular para os países da África Subsariana, como é conhecida a imensa região do centro e sul do continente, que agrupa 54 países.
Ao contrário do que acontece no resto do mundo, sua população está crescendo exponencialmente. Esse ponto do planeta é considerado o berço da humanidade.
As projeções indicam que a população da região vai dobrar até 2050, chegando a 2,5 bilhões de pessoas. Na prática, isso significa que, em menos de 30 anos, um quarto da humanidade poderia ser potencialmente africana.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61753061. (Adaptado)
O texto a seguir é referência para a questão.
Por que o futuro da humanidade pode depender da África
Há algumas estimativas de quando chegaremos ao pico populacional e quantos de nós vão estar vivos nesse momento, mas todas as previsões concordam que a humanidade vai encolher no próximo século.
[...] À primeira vista, esse declínio populacional pode parecer uma boa notícia, afinal, um mundo menos superpovoado poderia ser mais sustentável.
Mas por trás dos números há uma realidade muito complexa: com cada vez menos jovens e uma população cada vez mais envelhecida, como os países vão manter suas economias ativas? E como a humanidade vai sobreviver?
É neste contexto que muitos olham para o continente africano, em particular para os países da África Subsariana, como é conhecida a imensa região do centro e sul do continente, que agrupa 54 países.
Ao contrário do que acontece no resto do mundo, sua população está crescendo exponencialmente. Esse ponto do planeta é considerado o berço da humanidade.
As projeções indicam que a população da região vai dobrar até 2050, chegando a 2,5 bilhões de pessoas. Na prática, isso significa que, em menos de 30 anos, um quarto da humanidade poderia ser potencialmente africana.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61753061. (Adaptado)
Releia o trecho a seguir:
Ao contrário do que acontece no resto do mundo, sua população está crescendo exponencialmente.
O trecho poderia ser reescrito, sem prejuízo do sentido, da seguinte forma: