Questões de Concurso Público Prefeitura de Almirante Tamandaré - PR 2022 para Médico Reumatologista
Foram encontradas 40 questões
O caso a seguir é referência para a questão.
Paciente de 42 anos, pedreiro, previamente hígido, procurou a Unidade Básica de Saúde com quadro de dor e aumento de volume de primeira metatarsofalangeana direita com 24 horas de evolução. Referiu febre não aferida, e início do episódio durante a madrugada do dia anterior. Relatou que pela manhã do dia anterior apresentou extrema dificuldade para apoiar o pé direito. Não havia história de outros episódios de artrite, alterações oculares, cutâneas, gastrointestinais ou renais. Referiu hipertensão arterial desde os 30 anos, atualmente controlada com enalapril 10 mg/dia e hidroclorotiazida 50 mg/dia. Usava AAS 100 mg/dia para “afinar o sangue” por indicação médica. O paciente também tinha hipercolesterolemia controlada com uso de 20 mg/dia de sinvastatina há 2 anos. Negava tabagismo, relatava etilismo social, não praticava qualquer atividade física e havia aumentado de peso, cerca de 10 kg durante os dois últimos anos de pandemia. Na história familiar, era digno de nota a morte do pai, com DPOC e tabagismo em 2021 devido a complicações pulmonares da Covid-19. A mãe era diabética, tinha psoríase desde a infância e diagnóstico de artrose de mãos, coluna vertebral e gonartrose bilateral. Não relatou história familiar de outras doenças reumáticas autoimunes.
Ao exame físico, o paciente encontrava-se afebril, bom estado geral, eupneico, corado, obeso e normotenso. Não havia linfadenopatias. O exame cardiopulmonar era normal, exceto por hiperfonese de primeira bulha. Havia aumento de volume, hiperemia e calor local de primeira articulação metatarsofalangeana direita.
AINE: anti-inflamatório não esteroidal.
O caso a seguir é referência para a questão.
Paciente de 42 anos, pedreiro, previamente hígido, procurou a Unidade Básica de Saúde com quadro de dor e aumento de volume de primeira metatarsofalangeana direita com 24 horas de evolução. Referiu febre não aferida, e início do episódio durante a madrugada do dia anterior. Relatou que pela manhã do dia anterior apresentou extrema dificuldade para apoiar o pé direito. Não havia história de outros episódios de artrite, alterações oculares, cutâneas, gastrointestinais ou renais. Referiu hipertensão arterial desde os 30 anos, atualmente controlada com enalapril 10 mg/dia e hidroclorotiazida 50 mg/dia. Usava AAS 100 mg/dia para “afinar o sangue” por indicação médica. O paciente também tinha hipercolesterolemia controlada com uso de 20 mg/dia de sinvastatina há 2 anos. Negava tabagismo, relatava etilismo social, não praticava qualquer atividade física e havia aumentado de peso, cerca de 10 kg durante os dois últimos anos de pandemia. Na história familiar, era digno de nota a morte do pai, com DPOC e tabagismo em 2021 devido a complicações pulmonares da Covid-19. A mãe era diabética, tinha psoríase desde a infância e diagnóstico de artrose de mãos, coluna vertebral e gonartrose bilateral. Não relatou história familiar de outras doenças reumáticas autoimunes.
Ao exame físico, o paciente encontrava-se afebril, bom estado geral, eupneico, corado, obeso e normotenso. Não havia linfadenopatias. O exame cardiopulmonar era normal, exceto por hiperfonese de primeira bulha. Havia aumento de volume, hiperemia e calor local de primeira articulação metatarsofalangeana direita.
AINE: anti-inflamatório não esteroidal.
O caso a seguir é referência para a questão.
Paciente de 42 anos, pedreiro, previamente hígido, procurou a Unidade Básica de Saúde com quadro de dor e aumento de volume de primeira metatarsofalangeana direita com 24 horas de evolução. Referiu febre não aferida, e início do episódio durante a madrugada do dia anterior. Relatou que pela manhã do dia anterior apresentou extrema dificuldade para apoiar o pé direito. Não havia história de outros episódios de artrite, alterações oculares, cutâneas, gastrointestinais ou renais. Referiu hipertensão arterial desde os 30 anos, atualmente controlada com enalapril 10 mg/dia e hidroclorotiazida 50 mg/dia. Usava AAS 100 mg/dia para “afinar o sangue” por indicação médica. O paciente também tinha hipercolesterolemia controlada com uso de 20 mg/dia de sinvastatina há 2 anos. Negava tabagismo, relatava etilismo social, não praticava qualquer atividade física e havia aumentado de peso, cerca de 10 kg durante os dois últimos anos de pandemia. Na história familiar, era digno de nota a morte do pai, com DPOC e tabagismo em 2021 devido a complicações pulmonares da Covid-19. A mãe era diabética, tinha psoríase desde a infância e diagnóstico de artrose de mãos, coluna vertebral e gonartrose bilateral. Não relatou história familiar de outras doenças reumáticas autoimunes.
Ao exame físico, o paciente encontrava-se afebril, bom estado geral, eupneico, corado, obeso e normotenso. Não havia linfadenopatias. O exame cardiopulmonar era normal, exceto por hiperfonese de primeira bulha. Havia aumento de volume, hiperemia e calor local de primeira articulação metatarsofalangeana direita.
AINE: anti-inflamatório não esteroidal.
O caso a seguir é referência para a questão.
Paciente de 42 anos, pedreiro, previamente hígido, procurou a Unidade Básica de Saúde com quadro de dor e aumento de volume de primeira metatarsofalangeana direita com 24 horas de evolução. Referiu febre não aferida, e início do episódio durante a madrugada do dia anterior. Relatou que pela manhã do dia anterior apresentou extrema dificuldade para apoiar o pé direito. Não havia história de outros episódios de artrite, alterações oculares, cutâneas, gastrointestinais ou renais. Referiu hipertensão arterial desde os 30 anos, atualmente controlada com enalapril 10 mg/dia e hidroclorotiazida 50 mg/dia. Usava AAS 100 mg/dia para “afinar o sangue” por indicação médica. O paciente também tinha hipercolesterolemia controlada com uso de 20 mg/dia de sinvastatina há 2 anos. Negava tabagismo, relatava etilismo social, não praticava qualquer atividade física e havia aumentado de peso, cerca de 10 kg durante os dois últimos anos de pandemia. Na história familiar, era digno de nota a morte do pai, com DPOC e tabagismo em 2021 devido a complicações pulmonares da Covid-19. A mãe era diabética, tinha psoríase desde a infância e diagnóstico de artrose de mãos, coluna vertebral e gonartrose bilateral. Não relatou história familiar de outras doenças reumáticas autoimunes.
Ao exame físico, o paciente encontrava-se afebril, bom estado geral, eupneico, corado, obeso e normotenso. Não havia linfadenopatias. O exame cardiopulmonar era normal, exceto por hiperfonese de primeira bulha. Havia aumento de volume, hiperemia e calor local de primeira articulação metatarsofalangeana direita.
AINE: anti-inflamatório não esteroidal.
O caso a seguir é referência para a questão.
Uma enfermeira com 39 anos de idade procurou atendimento na Unidade Básica de Saúde com quadro de dor lombar e torácica dorsal insidiosa de difícil caracterização associada a dor difusa generalizada, sono não reparador e anedonia há 06 meses. Negou manifestações oculares, gastrointestinais, cutâneas e apresentou ganho de 12 kg no período. Referiu uso diário de analgésicos comuns por demanda e também negou qualquer uso de opioides fracos ou antidepressivos. Na história familiar, não havia nada digno de nota além do fato de que sua tia materna fora diagnosticada com doença de Crohn ano passado. Ao exame físico, apresentou pontos dolorosos na região de grande trocanter bilateralmente, região medial de joelho esquerdo, acima da interlinha articular, na região cervical póstero inferior direita e no quadrante superior externo da nádega esquerda. Exame articular sem sinovites/artrite e presença de lesão cutânea eritematosa nas bordas nasais compatíveis com dermatite seborreica. Nos exames laboratoriais apresentou PCR de 0,3 mg/dl, VHS 3 mm, HLA B27 positivo e sacroilíacas normais ao RX convencional.
O caso a seguir é referência para a questão.
Uma enfermeira com 39 anos de idade procurou atendimento na Unidade Básica de Saúde com quadro de dor lombar e torácica dorsal insidiosa de difícil caracterização associada a dor difusa generalizada, sono não reparador e anedonia há 06 meses. Negou manifestações oculares, gastrointestinais, cutâneas e apresentou ganho de 12 kg no período. Referiu uso diário de analgésicos comuns por demanda e também negou qualquer uso de opioides fracos ou antidepressivos. Na história familiar, não havia nada digno de nota além do fato de que sua tia materna fora diagnosticada com doença de Crohn ano passado. Ao exame físico, apresentou pontos dolorosos na região de grande trocanter bilateralmente, região medial de joelho esquerdo, acima da interlinha articular, na região cervical póstero inferior direita e no quadrante superior externo da nádega esquerda. Exame articular sem sinovites/artrite e presença de lesão cutânea eritematosa nas bordas nasais compatíveis com dermatite seborreica. Nos exames laboratoriais apresentou PCR de 0,3 mg/dl, VHS 3 mm, HLA B27 positivo e sacroilíacas normais ao RX convencional.
O caso a seguir é referência para a questão.
Uma enfermeira com 39 anos de idade procurou atendimento na Unidade Básica de Saúde com quadro de dor lombar e torácica dorsal insidiosa de difícil caracterização associada a dor difusa generalizada, sono não reparador e anedonia há 06 meses. Negou manifestações oculares, gastrointestinais, cutâneas e apresentou ganho de 12 kg no período. Referiu uso diário de analgésicos comuns por demanda e também negou qualquer uso de opioides fracos ou antidepressivos. Na história familiar, não havia nada digno de nota além do fato de que sua tia materna fora diagnosticada com doença de Crohn ano passado. Ao exame físico, apresentou pontos dolorosos na região de grande trocanter bilateralmente, região medial de joelho esquerdo, acima da interlinha articular, na região cervical póstero inferior direita e no quadrante superior externo da nádega esquerda. Exame articular sem sinovites/artrite e presença de lesão cutânea eritematosa nas bordas nasais compatíveis com dermatite seborreica. Nos exames laboratoriais apresentou PCR de 0,3 mg/dl, VHS 3 mm, HLA B27 positivo e sacroilíacas normais ao RX convencional.
O caso a seguir é referência para a questão.
Uma senhora com 78 anos, menopausada desde os 48 anos e em uso crônico, porém de forma irregular, de prednisona 5 mg/dia e hidroxicloroquina para tratamento de artrite reumatoide, apresentava cervicalgia com discreta rigidez matinal há 2 anos. A paciente desenvolveu uma fratura de L2 com achatamento vertebral, dor local importante e impossibilidade para caminhar e manter-se ereta há 45 dias. Ao exame físico, apresentava manobra de FABERE positiva à esquerda, dor à palpação de L2/L3 e discreta cifose. Não havia sinais de sinovite aguda, desvio ulnar ou atrofia interóssea de mãos, porém a paciente apresentava nódulos de Heberden em todas as interfalangeanas distais de ambas as mãos.
O caso a seguir é referência para a questão.
Uma senhora com 78 anos, menopausada desde os 48 anos e em uso crônico, porém de forma irregular, de prednisona 5 mg/dia e hidroxicloroquina para tratamento de artrite reumatoide, apresentava cervicalgia com discreta rigidez matinal há 2 anos. A paciente desenvolveu uma fratura de L2 com achatamento vertebral, dor local importante e impossibilidade para caminhar e manter-se ereta há 45 dias. Ao exame físico, apresentava manobra de FABERE positiva à esquerda, dor à palpação de L2/L3 e discreta cifose. Não havia sinais de sinovite aguda, desvio ulnar ou atrofia interóssea de mãos, porém a paciente apresentava nódulos de Heberden em todas as interfalangeanas distais de ambas as mãos.