Questões de Concurso Público UEG 2022 para Professor - Edital nº 1
Foram encontradas 20 questões
Leia os textos a seguir para responder à questão
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.
Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.
EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.
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Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.
Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.
EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.
Leia os textos a seguir para responder à questão
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.
Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.
EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.
Leia os textos a seguir para responder à questão
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.
Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.
EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.
Leia os textos a seguir para responder à questão
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.
Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.
EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.
Leia os textos a seguir para responder à questão
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.
Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.
EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.
Leia o texto a seguir.
A escravidão negra sustentou a exploração do ouro em Goiás. No apogeu desta fase (1726–1778), as estatísticas mostraram a superioridade numérica do negro sobre o branco [...]. O censo de 1804 indicou que 3/5 da população goiana era constituída de homens livres.
PALACÍN, Luís; MORAES, Maria Augusta de Sant”Anna. História de Goiás. Goiânia: Editora da UCG, 1994. p. 77.
Diante do cenário descrito na citação e com a descoberta de ouro em Anicuns em 1807, verificou-se
As cidades são construções do homem, mas são uma reconstrução através da representação imagética, reunindo visível e imaginário. E nesta representação temos em Goiás a Art Déco.
FREITAS, Lázara Alzira de. História de Goiás: do povoamento aos trilhos do progresso. Goiânia: Kelps, 2010. p. 87.
A arquitetura dos prédios construídos em Goiânia seguiu o estilo Art Déco, vertente decorativa do Modernismo. A despeito da proposta moderna, o Art Déco agrega elementos geométricos inspirados na arte
Diante do caso hipotético acima apresentado, a violação da conduta ética deverá ser comunicada à:

