Questões de Concurso Público Prefeitura de Cristalina - GO 2026 para Terapeuta Ocupacional Escolar

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Q4392063 Português
Texto para a questão.


A virada discursiva nas humanidades e a crise do espaço público


    A emergência dos ecossistemas digitais de informação não apenas transformou a velocidade com que os saberes circulam, mas reinstaurou um antigo debate epistêmico sobre a natureza da verdade e a função social da linguagem. Se a Modernidade consagrou o espaço público como o lugar da argumentação deliberativa e da busca pelo consenso discursivo, a hipercontemporaneidade fragmentou essa ágora em nichos autorreferenciais. Nesses espaços, a adesão afetiva sobrepõe‑se à verificação empírica dos fatos, esvaziando a capacidade emancipatória da esfera pública.

     Nesse horizonte, a mediação textual deixa de ser uma ponte neutra entre a realidade e o sujeito para converter‑se em um artefato ideológico sutil. O uso massivo de arquiteturas algorítmicas de filtragem reconfigura os modos de ler e interpretar o mundo: a leitura, antes caracterizada pela fruição vagarosa e pela paciência hermenêutica, passa a responder a imperativos de produtividade e consumo imediato. Essa mutação perceptual atinge diretamente as instâncias acadêmicas e as instituições formadoras de opinião, pressionadas a traduzir problemas complexos em fórmulas palatáveis e de rápido impacto.

    Paralelamente, observa‑se o avanço do automatismo gerativo na escrita formal e científica. Se por um lado tais ferramentas democratizam o acesso a repertórios sintáticos complexos e otimizam a compilação de grandes acervos de dados, por outro instauram uma opacidade autoral inédita. Ao delegar à inteligência artificial a articulação do discurso, o enunciador abdica da dor e do júbilo que constituem a própria fatura do pensamento. O texto resultante, embora impecável em sua estrutura gramatical, padece frequentemente de uma aridez existencial, na qual a sofisticação léxica mascara a ausência de um posicionamento crítico visceral.

    Diante dessa encruzilhada, torna‑se imperioso resgatar o papel da hermenêutica e da análise textual como ferramentas de resistência democrática. Ensinar e exercitar a leitura crítica na contemporaneidade exige ultrapassar a decodificação de conteúdos visíveis para desnudarem‑se as premissas implícitas, os silenciamentos intencionais e as disputas de poder que subjazem às escolhas vocabulares. O sentido de um texto não reside passivamente nas suas palavras, mas se constrói na tensão viva entre o horizonte do autor e o repertório do leitor.

     Ademais, é preciso combater a ilusão de que a tecnologia atua como um vetor imune a valorações morais ou políticas. Os modelos de linguagem, longe de expressarem uma isenção matemática, reproduzem e amplificam as visões de mundo hegemônicas contidas nos bancos de dados com que foram alimentados. Exigir transparência desses sistemas e promover o letramento crítico não são tarefas acessórias, mas salvaguardas indispensáveis para a preservação do pensamento autônomo.

    Não se defende, contudo, o isolamento saudosista nem o rechaço cego às inovações técnicas, o que constituiria um anacronismo estéril. Trata‑se, antes, de reivindicar que a técnica permaneça subordinada à dimensão ética e à mediação humana. A escola e a universidade precisam continuar a ser laboratórios de dúvida metódica, onde a hesitação reflexiva seja valorizada como antídoto contra os dogmatismos do algoritmo.

    Em suma, garantir que o ato de ler e escrever continue a ser um gesto de liberdade requer coragem epistemológica. Caso abramos mão da densidade reflexiva em nome da conveniência e da celeridade digitais, estaremos condenados a habitar uma sociedade articulada por discursos perfeitamente sintetizados, porém politicamente inertes e humanamente estéreis. A verdadeira emancipação intelectual ocorre no atrito da linguagem com o real.


Internet:  <scielo.br> (com adaptações).
Considerando a sua estrutura e intencionalidade, o texto classifica‑se predominantemente como
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Q4392064 Português
Texto para a questão.


A virada discursiva nas humanidades e a crise do espaço público


    A emergência dos ecossistemas digitais de informação não apenas transformou a velocidade com que os saberes circulam, mas reinstaurou um antigo debate epistêmico sobre a natureza da verdade e a função social da linguagem. Se a Modernidade consagrou o espaço público como o lugar da argumentação deliberativa e da busca pelo consenso discursivo, a hipercontemporaneidade fragmentou essa ágora em nichos autorreferenciais. Nesses espaços, a adesão afetiva sobrepõe‑se à verificação empírica dos fatos, esvaziando a capacidade emancipatória da esfera pública.

     Nesse horizonte, a mediação textual deixa de ser uma ponte neutra entre a realidade e o sujeito para converter‑se em um artefato ideológico sutil. O uso massivo de arquiteturas algorítmicas de filtragem reconfigura os modos de ler e interpretar o mundo: a leitura, antes caracterizada pela fruição vagarosa e pela paciência hermenêutica, passa a responder a imperativos de produtividade e consumo imediato. Essa mutação perceptual atinge diretamente as instâncias acadêmicas e as instituições formadoras de opinião, pressionadas a traduzir problemas complexos em fórmulas palatáveis e de rápido impacto.

    Paralelamente, observa‑se o avanço do automatismo gerativo na escrita formal e científica. Se por um lado tais ferramentas democratizam o acesso a repertórios sintáticos complexos e otimizam a compilação de grandes acervos de dados, por outro instauram uma opacidade autoral inédita. Ao delegar à inteligência artificial a articulação do discurso, o enunciador abdica da dor e do júbilo que constituem a própria fatura do pensamento. O texto resultante, embora impecável em sua estrutura gramatical, padece frequentemente de uma aridez existencial, na qual a sofisticação léxica mascara a ausência de um posicionamento crítico visceral.

    Diante dessa encruzilhada, torna‑se imperioso resgatar o papel da hermenêutica e da análise textual como ferramentas de resistência democrática. Ensinar e exercitar a leitura crítica na contemporaneidade exige ultrapassar a decodificação de conteúdos visíveis para desnudarem‑se as premissas implícitas, os silenciamentos intencionais e as disputas de poder que subjazem às escolhas vocabulares. O sentido de um texto não reside passivamente nas suas palavras, mas se constrói na tensão viva entre o horizonte do autor e o repertório do leitor.

     Ademais, é preciso combater a ilusão de que a tecnologia atua como um vetor imune a valorações morais ou políticas. Os modelos de linguagem, longe de expressarem uma isenção matemática, reproduzem e amplificam as visões de mundo hegemônicas contidas nos bancos de dados com que foram alimentados. Exigir transparência desses sistemas e promover o letramento crítico não são tarefas acessórias, mas salvaguardas indispensáveis para a preservação do pensamento autônomo.

    Não se defende, contudo, o isolamento saudosista nem o rechaço cego às inovações técnicas, o que constituiria um anacronismo estéril. Trata‑se, antes, de reivindicar que a técnica permaneça subordinada à dimensão ética e à mediação humana. A escola e a universidade precisam continuar a ser laboratórios de dúvida metódica, onde a hesitação reflexiva seja valorizada como antídoto contra os dogmatismos do algoritmo.

    Em suma, garantir que o ato de ler e escrever continue a ser um gesto de liberdade requer coragem epistemológica. Caso abramos mão da densidade reflexiva em nome da conveniência e da celeridade digitais, estaremos condenados a habitar uma sociedade articulada por discursos perfeitamente sintetizados, porém politicamente inertes e humanamente estéreis. A verdadeira emancipação intelectual ocorre no atrito da linguagem com o real.


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De acordo com o texto, o fenômeno da “opacidade autoral inédita” resultante do emprego de automatismo gerativo na escrita formal caracteriza‑se fundamentalmente pela
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Q4392065 Português
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A virada discursiva nas humanidades e a crise do espaço público


    A emergência dos ecossistemas digitais de informação não apenas transformou a velocidade com que os saberes circulam, mas reinstaurou um antigo debate epistêmico sobre a natureza da verdade e a função social da linguagem. Se a Modernidade consagrou o espaço público como o lugar da argumentação deliberativa e da busca pelo consenso discursivo, a hipercontemporaneidade fragmentou essa ágora em nichos autorreferenciais. Nesses espaços, a adesão afetiva sobrepõe‑se à verificação empírica dos fatos, esvaziando a capacidade emancipatória da esfera pública.

     Nesse horizonte, a mediação textual deixa de ser uma ponte neutra entre a realidade e o sujeito para converter‑se em um artefato ideológico sutil. O uso massivo de arquiteturas algorítmicas de filtragem reconfigura os modos de ler e interpretar o mundo: a leitura, antes caracterizada pela fruição vagarosa e pela paciência hermenêutica, passa a responder a imperativos de produtividade e consumo imediato. Essa mutação perceptual atinge diretamente as instâncias acadêmicas e as instituições formadoras de opinião, pressionadas a traduzir problemas complexos em fórmulas palatáveis e de rápido impacto.

    Paralelamente, observa‑se o avanço do automatismo gerativo na escrita formal e científica. Se por um lado tais ferramentas democratizam o acesso a repertórios sintáticos complexos e otimizam a compilação de grandes acervos de dados, por outro instauram uma opacidade autoral inédita. Ao delegar à inteligência artificial a articulação do discurso, o enunciador abdica da dor e do júbilo que constituem a própria fatura do pensamento. O texto resultante, embora impecável em sua estrutura gramatical, padece frequentemente de uma aridez existencial, na qual a sofisticação léxica mascara a ausência de um posicionamento crítico visceral.

    Diante dessa encruzilhada, torna‑se imperioso resgatar o papel da hermenêutica e da análise textual como ferramentas de resistência democrática. Ensinar e exercitar a leitura crítica na contemporaneidade exige ultrapassar a decodificação de conteúdos visíveis para desnudarem‑se as premissas implícitas, os silenciamentos intencionais e as disputas de poder que subjazem às escolhas vocabulares. O sentido de um texto não reside passivamente nas suas palavras, mas se constrói na tensão viva entre o horizonte do autor e o repertório do leitor.

     Ademais, é preciso combater a ilusão de que a tecnologia atua como um vetor imune a valorações morais ou políticas. Os modelos de linguagem, longe de expressarem uma isenção matemática, reproduzem e amplificam as visões de mundo hegemônicas contidas nos bancos de dados com que foram alimentados. Exigir transparência desses sistemas e promover o letramento crítico não são tarefas acessórias, mas salvaguardas indispensáveis para a preservação do pensamento autônomo.

    Não se defende, contudo, o isolamento saudosista nem o rechaço cego às inovações técnicas, o que constituiria um anacronismo estéril. Trata‑se, antes, de reivindicar que a técnica permaneça subordinada à dimensão ética e à mediação humana. A escola e a universidade precisam continuar a ser laboratórios de dúvida metódica, onde a hesitação reflexiva seja valorizada como antídoto contra os dogmatismos do algoritmo.

    Em suma, garantir que o ato de ler e escrever continue a ser um gesto de liberdade requer coragem epistemológica. Caso abramos mão da densidade reflexiva em nome da conveniência e da celeridade digitais, estaremos condenados a habitar uma sociedade articulada por discursos perfeitamente sintetizados, porém politicamente inertes e humanamente estéreis. A verdadeira emancipação intelectual ocorre no atrito da linguagem com o real.


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No trecho “Diante dessa encruzilhada, torna‑se imperioso resgatar o papel da hermenêutica”, o termo “imperioso” pode ser substituído, sem alteração do sentido original e da adequação ao contexto, por
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Q4392066 Português
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A virada discursiva nas humanidades e a crise do espaço público


    A emergência dos ecossistemas digitais de informação não apenas transformou a velocidade com que os saberes circulam, mas reinstaurou um antigo debate epistêmico sobre a natureza da verdade e a função social da linguagem. Se a Modernidade consagrou o espaço público como o lugar da argumentação deliberativa e da busca pelo consenso discursivo, a hipercontemporaneidade fragmentou essa ágora em nichos autorreferenciais. Nesses espaços, a adesão afetiva sobrepõe‑se à verificação empírica dos fatos, esvaziando a capacidade emancipatória da esfera pública.

     Nesse horizonte, a mediação textual deixa de ser uma ponte neutra entre a realidade e o sujeito para converter‑se em um artefato ideológico sutil. O uso massivo de arquiteturas algorítmicas de filtragem reconfigura os modos de ler e interpretar o mundo: a leitura, antes caracterizada pela fruição vagarosa e pela paciência hermenêutica, passa a responder a imperativos de produtividade e consumo imediato. Essa mutação perceptual atinge diretamente as instâncias acadêmicas e as instituições formadoras de opinião, pressionadas a traduzir problemas complexos em fórmulas palatáveis e de rápido impacto.

    Paralelamente, observa‑se o avanço do automatismo gerativo na escrita formal e científica. Se por um lado tais ferramentas democratizam o acesso a repertórios sintáticos complexos e otimizam a compilação de grandes acervos de dados, por outro instauram uma opacidade autoral inédita. Ao delegar à inteligência artificial a articulação do discurso, o enunciador abdica da dor e do júbilo que constituem a própria fatura do pensamento. O texto resultante, embora impecável em sua estrutura gramatical, padece frequentemente de uma aridez existencial, na qual a sofisticação léxica mascara a ausência de um posicionamento crítico visceral.

    Diante dessa encruzilhada, torna‑se imperioso resgatar o papel da hermenêutica e da análise textual como ferramentas de resistência democrática. Ensinar e exercitar a leitura crítica na contemporaneidade exige ultrapassar a decodificação de conteúdos visíveis para desnudarem‑se as premissas implícitas, os silenciamentos intencionais e as disputas de poder que subjazem às escolhas vocabulares. O sentido de um texto não reside passivamente nas suas palavras, mas se constrói na tensão viva entre o horizonte do autor e o repertório do leitor.

     Ademais, é preciso combater a ilusão de que a tecnologia atua como um vetor imune a valorações morais ou políticas. Os modelos de linguagem, longe de expressarem uma isenção matemática, reproduzem e amplificam as visões de mundo hegemônicas contidas nos bancos de dados com que foram alimentados. Exigir transparência desses sistemas e promover o letramento crítico não são tarefas acessórias, mas salvaguardas indispensáveis para a preservação do pensamento autônomo.

    Não se defende, contudo, o isolamento saudosista nem o rechaço cego às inovações técnicas, o que constituiria um anacronismo estéril. Trata‑se, antes, de reivindicar que a técnica permaneça subordinada à dimensão ética e à mediação humana. A escola e a universidade precisam continuar a ser laboratórios de dúvida metódica, onde a hesitação reflexiva seja valorizada como antídoto contra os dogmatismos do algoritmo.

    Em suma, garantir que o ato de ler e escrever continue a ser um gesto de liberdade requer coragem epistemológica. Caso abramos mão da densidade reflexiva em nome da conveniência e da celeridade digitais, estaremos condenados a habitar uma sociedade articulada por discursos perfeitamente sintetizados, porém politicamente inertes e humanamente estéreis. A verdadeira emancipação intelectual ocorre no atrito da linguagem com o real.


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No trecho “Os modelos de linguagem, longe de expressarem uma isenção matemática, reproduzem e amplificam as visões de mundo hegemônicas”, a flexão das formas verbais “reproduzem” e “amplificam”, em consonância com a norma‑padrão da língua culta, justifica‑se sintaticamente, pois elas concordam com o
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Q4392067 Português
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A virada discursiva nas humanidades e a crise do espaço público


    A emergência dos ecossistemas digitais de informação não apenas transformou a velocidade com que os saberes circulam, mas reinstaurou um antigo debate epistêmico sobre a natureza da verdade e a função social da linguagem. Se a Modernidade consagrou o espaço público como o lugar da argumentação deliberativa e da busca pelo consenso discursivo, a hipercontemporaneidade fragmentou essa ágora em nichos autorreferenciais. Nesses espaços, a adesão afetiva sobrepõe‑se à verificação empírica dos fatos, esvaziando a capacidade emancipatória da esfera pública.

     Nesse horizonte, a mediação textual deixa de ser uma ponte neutra entre a realidade e o sujeito para converter‑se em um artefato ideológico sutil. O uso massivo de arquiteturas algorítmicas de filtragem reconfigura os modos de ler e interpretar o mundo: a leitura, antes caracterizada pela fruição vagarosa e pela paciência hermenêutica, passa a responder a imperativos de produtividade e consumo imediato. Essa mutação perceptual atinge diretamente as instâncias acadêmicas e as instituições formadoras de opinião, pressionadas a traduzir problemas complexos em fórmulas palatáveis e de rápido impacto.

    Paralelamente, observa‑se o avanço do automatismo gerativo na escrita formal e científica. Se por um lado tais ferramentas democratizam o acesso a repertórios sintáticos complexos e otimizam a compilação de grandes acervos de dados, por outro instauram uma opacidade autoral inédita. Ao delegar à inteligência artificial a articulação do discurso, o enunciador abdica da dor e do júbilo que constituem a própria fatura do pensamento. O texto resultante, embora impecável em sua estrutura gramatical, padece frequentemente de uma aridez existencial, na qual a sofisticação léxica mascara a ausência de um posicionamento crítico visceral.

    Diante dessa encruzilhada, torna‑se imperioso resgatar o papel da hermenêutica e da análise textual como ferramentas de resistência democrática. Ensinar e exercitar a leitura crítica na contemporaneidade exige ultrapassar a decodificação de conteúdos visíveis para desnudarem‑se as premissas implícitas, os silenciamentos intencionais e as disputas de poder que subjazem às escolhas vocabulares. O sentido de um texto não reside passivamente nas suas palavras, mas se constrói na tensão viva entre o horizonte do autor e o repertório do leitor.

     Ademais, é preciso combater a ilusão de que a tecnologia atua como um vetor imune a valorações morais ou políticas. Os modelos de linguagem, longe de expressarem uma isenção matemática, reproduzem e amplificam as visões de mundo hegemônicas contidas nos bancos de dados com que foram alimentados. Exigir transparência desses sistemas e promover o letramento crítico não são tarefas acessórias, mas salvaguardas indispensáveis para a preservação do pensamento autônomo.

    Não se defende, contudo, o isolamento saudosista nem o rechaço cego às inovações técnicas, o que constituiria um anacronismo estéril. Trata‑se, antes, de reivindicar que a técnica permaneça subordinada à dimensão ética e à mediação humana. A escola e a universidade precisam continuar a ser laboratórios de dúvida metódica, onde a hesitação reflexiva seja valorizada como antídoto contra os dogmatismos do algoritmo.

    Em suma, garantir que o ato de ler e escrever continue a ser um gesto de liberdade requer coragem epistemológica. Caso abramos mão da densidade reflexiva em nome da conveniência e da celeridade digitais, estaremos condenados a habitar uma sociedade articulada por discursos perfeitamente sintetizados, porém politicamente inertes e humanamente estéreis. A verdadeira emancipação intelectual ocorre no atrito da linguagem com o real.


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No trecho “reivindicar que a técnica permaneça subordinada à dimensão ética e à mediação humana.”, o emprego do acento indicativo de crase justifica‑se estruturalmente, pois
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Q4392068 Português
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A virada discursiva nas humanidades e a crise do espaço público


    A emergência dos ecossistemas digitais de informação não apenas transformou a velocidade com que os saberes circulam, mas reinstaurou um antigo debate epistêmico sobre a natureza da verdade e a função social da linguagem. Se a Modernidade consagrou o espaço público como o lugar da argumentação deliberativa e da busca pelo consenso discursivo, a hipercontemporaneidade fragmentou essa ágora em nichos autorreferenciais. Nesses espaços, a adesão afetiva sobrepõe‑se à verificação empírica dos fatos, esvaziando a capacidade emancipatória da esfera pública.

     Nesse horizonte, a mediação textual deixa de ser uma ponte neutra entre a realidade e o sujeito para converter‑se em um artefato ideológico sutil. O uso massivo de arquiteturas algorítmicas de filtragem reconfigura os modos de ler e interpretar o mundo: a leitura, antes caracterizada pela fruição vagarosa e pela paciência hermenêutica, passa a responder a imperativos de produtividade e consumo imediato. Essa mutação perceptual atinge diretamente as instâncias acadêmicas e as instituições formadoras de opinião, pressionadas a traduzir problemas complexos em fórmulas palatáveis e de rápido impacto.

    Paralelamente, observa‑se o avanço do automatismo gerativo na escrita formal e científica. Se por um lado tais ferramentas democratizam o acesso a repertórios sintáticos complexos e otimizam a compilação de grandes acervos de dados, por outro instauram uma opacidade autoral inédita. Ao delegar à inteligência artificial a articulação do discurso, o enunciador abdica da dor e do júbilo que constituem a própria fatura do pensamento. O texto resultante, embora impecável em sua estrutura gramatical, padece frequentemente de uma aridez existencial, na qual a sofisticação léxica mascara a ausência de um posicionamento crítico visceral.

    Diante dessa encruzilhada, torna‑se imperioso resgatar o papel da hermenêutica e da análise textual como ferramentas de resistência democrática. Ensinar e exercitar a leitura crítica na contemporaneidade exige ultrapassar a decodificação de conteúdos visíveis para desnudarem‑se as premissas implícitas, os silenciamentos intencionais e as disputas de poder que subjazem às escolhas vocabulares. O sentido de um texto não reside passivamente nas suas palavras, mas se constrói na tensão viva entre o horizonte do autor e o repertório do leitor.

     Ademais, é preciso combater a ilusão de que a tecnologia atua como um vetor imune a valorações morais ou políticas. Os modelos de linguagem, longe de expressarem uma isenção matemática, reproduzem e amplificam as visões de mundo hegemônicas contidas nos bancos de dados com que foram alimentados. Exigir transparência desses sistemas e promover o letramento crítico não são tarefas acessórias, mas salvaguardas indispensáveis para a preservação do pensamento autônomo.

    Não se defende, contudo, o isolamento saudosista nem o rechaço cego às inovações técnicas, o que constituiria um anacronismo estéril. Trata‑se, antes, de reivindicar que a técnica permaneça subordinada à dimensão ética e à mediação humana. A escola e a universidade precisam continuar a ser laboratórios de dúvida metódica, onde a hesitação reflexiva seja valorizada como antídoto contra os dogmatismos do algoritmo.

    Em suma, garantir que o ato de ler e escrever continue a ser um gesto de liberdade requer coragem epistemológica. Caso abramos mão da densidade reflexiva em nome da conveniência e da celeridade digitais, estaremos condenados a habitar uma sociedade articulada por discursos perfeitamente sintetizados, porém politicamente inertes e humanamente estéreis. A verdadeira emancipação intelectual ocorre no atrito da linguagem com o real.


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No trecho “desnudarem‑se as premissas implícitas, os silenciamentos intencionais e as disputas de poder que subjazem às escolhas vocabulares.”, a expressão “às escolhas vocabulares” exerce a função sintática de
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Q4392069 Português
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A virada discursiva nas humanidades e a crise do espaço público


    A emergência dos ecossistemas digitais de informação não apenas transformou a velocidade com que os saberes circulam, mas reinstaurou um antigo debate epistêmico sobre a natureza da verdade e a função social da linguagem. Se a Modernidade consagrou o espaço público como o lugar da argumentação deliberativa e da busca pelo consenso discursivo, a hipercontemporaneidade fragmentou essa ágora em nichos autorreferenciais. Nesses espaços, a adesão afetiva sobrepõe‑se à verificação empírica dos fatos, esvaziando a capacidade emancipatória da esfera pública.

     Nesse horizonte, a mediação textual deixa de ser uma ponte neutra entre a realidade e o sujeito para converter‑se em um artefato ideológico sutil. O uso massivo de arquiteturas algorítmicas de filtragem reconfigura os modos de ler e interpretar o mundo: a leitura, antes caracterizada pela fruição vagarosa e pela paciência hermenêutica, passa a responder a imperativos de produtividade e consumo imediato. Essa mutação perceptual atinge diretamente as instâncias acadêmicas e as instituições formadoras de opinião, pressionadas a traduzir problemas complexos em fórmulas palatáveis e de rápido impacto.

    Paralelamente, observa‑se o avanço do automatismo gerativo na escrita formal e científica. Se por um lado tais ferramentas democratizam o acesso a repertórios sintáticos complexos e otimizam a compilação de grandes acervos de dados, por outro instauram uma opacidade autoral inédita. Ao delegar à inteligência artificial a articulação do discurso, o enunciador abdica da dor e do júbilo que constituem a própria fatura do pensamento. O texto resultante, embora impecável em sua estrutura gramatical, padece frequentemente de uma aridez existencial, na qual a sofisticação léxica mascara a ausência de um posicionamento crítico visceral.

    Diante dessa encruzilhada, torna‑se imperioso resgatar o papel da hermenêutica e da análise textual como ferramentas de resistência democrática. Ensinar e exercitar a leitura crítica na contemporaneidade exige ultrapassar a decodificação de conteúdos visíveis para desnudarem‑se as premissas implícitas, os silenciamentos intencionais e as disputas de poder que subjazem às escolhas vocabulares. O sentido de um texto não reside passivamente nas suas palavras, mas se constrói na tensão viva entre o horizonte do autor e o repertório do leitor.

     Ademais, é preciso combater a ilusão de que a tecnologia atua como um vetor imune a valorações morais ou políticas. Os modelos de linguagem, longe de expressarem uma isenção matemática, reproduzem e amplificam as visões de mundo hegemônicas contidas nos bancos de dados com que foram alimentados. Exigir transparência desses sistemas e promover o letramento crítico não são tarefas acessórias, mas salvaguardas indispensáveis para a preservação do pensamento autônomo.

    Não se defende, contudo, o isolamento saudosista nem o rechaço cego às inovações técnicas, o que constituiria um anacronismo estéril. Trata‑se, antes, de reivindicar que a técnica permaneça subordinada à dimensão ética e à mediação humana. A escola e a universidade precisam continuar a ser laboratórios de dúvida metódica, onde a hesitação reflexiva seja valorizada como antídoto contra os dogmatismos do algoritmo.

    Em suma, garantir que o ato de ler e escrever continue a ser um gesto de liberdade requer coragem epistemológica. Caso abramos mão da densidade reflexiva em nome da conveniência e da celeridade digitais, estaremos condenados a habitar uma sociedade articulada por discursos perfeitamente sintetizados, porém politicamente inertes e humanamente estéreis. A verdadeira emancipação intelectual ocorre no atrito da linguagem com o real.


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Considerando o período “Ao delegar à inteligência artificial a articulação do discurso, o enunciador abdica da dor e do júbilo que constituem a própria fatura do pensamento.”, assinale a opção que apresenta corretamente a classificação da oração subrodinada.
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Q4392070 Português
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A virada discursiva nas humanidades e a crise do espaço público


    A emergência dos ecossistemas digitais de informação não apenas transformou a velocidade com que os saberes circulam, mas reinstaurou um antigo debate epistêmico sobre a natureza da verdade e a função social da linguagem. Se a Modernidade consagrou o espaço público como o lugar da argumentação deliberativa e da busca pelo consenso discursivo, a hipercontemporaneidade fragmentou essa ágora em nichos autorreferenciais. Nesses espaços, a adesão afetiva sobrepõe‑se à verificação empírica dos fatos, esvaziando a capacidade emancipatória da esfera pública.

     Nesse horizonte, a mediação textual deixa de ser uma ponte neutra entre a realidade e o sujeito para converter‑se em um artefato ideológico sutil. O uso massivo de arquiteturas algorítmicas de filtragem reconfigura os modos de ler e interpretar o mundo: a leitura, antes caracterizada pela fruição vagarosa e pela paciência hermenêutica, passa a responder a imperativos de produtividade e consumo imediato. Essa mutação perceptual atinge diretamente as instâncias acadêmicas e as instituições formadoras de opinião, pressionadas a traduzir problemas complexos em fórmulas palatáveis e de rápido impacto.

    Paralelamente, observa‑se o avanço do automatismo gerativo na escrita formal e científica. Se por um lado tais ferramentas democratizam o acesso a repertórios sintáticos complexos e otimizam a compilação de grandes acervos de dados, por outro instauram uma opacidade autoral inédita. Ao delegar à inteligência artificial a articulação do discurso, o enunciador abdica da dor e do júbilo que constituem a própria fatura do pensamento. O texto resultante, embora impecável em sua estrutura gramatical, padece frequentemente de uma aridez existencial, na qual a sofisticação léxica mascara a ausência de um posicionamento crítico visceral.

    Diante dessa encruzilhada, torna‑se imperioso resgatar o papel da hermenêutica e da análise textual como ferramentas de resistência democrática. Ensinar e exercitar a leitura crítica na contemporaneidade exige ultrapassar a decodificação de conteúdos visíveis para desnudarem‑se as premissas implícitas, os silenciamentos intencionais e as disputas de poder que subjazem às escolhas vocabulares. O sentido de um texto não reside passivamente nas suas palavras, mas se constrói na tensão viva entre o horizonte do autor e o repertório do leitor.

     Ademais, é preciso combater a ilusão de que a tecnologia atua como um vetor imune a valorações morais ou políticas. Os modelos de linguagem, longe de expressarem uma isenção matemática, reproduzem e amplificam as visões de mundo hegemônicas contidas nos bancos de dados com que foram alimentados. Exigir transparência desses sistemas e promover o letramento crítico não são tarefas acessórias, mas salvaguardas indispensáveis para a preservação do pensamento autônomo.

    Não se defende, contudo, o isolamento saudosista nem o rechaço cego às inovações técnicas, o que constituiria um anacronismo estéril. Trata‑se, antes, de reivindicar que a técnica permaneça subordinada à dimensão ética e à mediação humana. A escola e a universidade precisam continuar a ser laboratórios de dúvida metódica, onde a hesitação reflexiva seja valorizada como antídoto contra os dogmatismos do algoritmo.

    Em suma, garantir que o ato de ler e escrever continue a ser um gesto de liberdade requer coragem epistemológica. Caso abramos mão da densidade reflexiva em nome da conveniência e da celeridade digitais, estaremos condenados a habitar uma sociedade articulada por discursos perfeitamente sintetizados, porém politicamente inertes e humanamente estéreis. A verdadeira emancipação intelectual ocorre no atrito da linguagem com o real.


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Tendo em vista o pensamento crítico desenvolvido no texto a respeito da linguagem, assinale a opção que apresenta uma reescrita gramaticalmente correta e semanticamente equivalente ao período: “A verdadeira emancipação intelectual ocorre no atrito da linguagem com o real.”.
Alternativas
Q4392071 Matemática
Em uma feira de colecionadores, Adolfo vendeu 5.000 selos de sua coleção. Sabia‑se que: os primeiros 1.000 selos foram vendidos por R$ 3,00 cada; os 1.500 seguintes, por R$ 4,20 cada; e os 2.500 restantes, por R$ 5,00 cada.

A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta o preço médio de venda por selo, considerando todos os selos vendidos por Adolfo.
Alternativas
Q4392072 Matemática
Em uma colmeia experimental, uma mesma quantidade de xarope de açúcar é suficiente para alimentar, durante um dia, 15 abelhas mamangavas ou 24 abelhas jataí.

Com base nessa situação hipotética e considerando que essa proporção de consumo será mantida, assinale a opção que apresenta o maior número de abelhas jataí que poderão ser alimentadas juntamente com 5 mamangavas.
Alternativas
Q4392073 Matemática
Um colar de safiras custa, atualmente, 25% a mais do que custava no mesmo período do ano passado.

Considerando essa situação hipotética e sabendo‑se que o preço atual do colar é de R$ 15.000, assinale a opção que apresenta o preço que o colar possuía há um ano.
Alternativas
Q4392074 Raciocínio Lógico
Assinale a opção que apresenta a negação lógica da proposição “Amanda é fotógrafa ou George não é engenheiro”.
Alternativas
Q4392075 Noções de Informática
Na questão que avalie conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração‑padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram‑se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá‑la, acionando‑a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Considerando características e funcionalidades encontradas em periféricos utilizados cotidianamente em computadores, assinale a opção que apresenta a tecnologia que permite que determinados mouses e teclados estabeleçam comunicação direta com um computador compatível, em curta distância, dispensando o uso de um receptor USB dedicado do fabricante.
Alternativas
Q4392076 Noções de Informática
Na questão que avalie conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração‑padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram‑se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá‑la, acionando‑a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Um usuário estava redigindo uma mensagem em um serviço de webmail para diversos destinatários. Ele desejava que cada destinatário recebesse a mensagem e conseguisse visualizar os endereços informados nos campos Para e Cc, mas não conseguisse visualizar os endereços dos demais destinatários inseridos no mesmo campo destinado à cópia oculta.

Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que o campo no qual esse usuário deve inserir esses destinatários é o
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Q4392077 Noções de Informática
Na questão que avalie conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração‑padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram‑se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá‑la, acionando‑a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Um serviço de armazenamento em nuvem integrado ao sistema operacional permite que um arquivo seja exibido normalmente no gerenciador de arquivos do computador, embora o seu conteúdo permaneça armazenado na nuvem. Quando o usuário abre esse arquivo, o seu conteúdo é baixado e ele passa a ficar disponível localmente. Posteriormente, o usuário pode liberar o espaço ocupado no dispositivo, mantendo o arquivo acessível no gerenciador e armazenado na nuvem. Considerando essa informação, assinale a opção que apresenta o recurso que corresponde a esse modelo de utilização.
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Q4392078 Segurança da Informação
Na prefeitura municipal de Cristalina/GO, os servidores utilizavam sistemas corporativos para acessar dados administrativos. A equipe de TI pretendia adotar um procedimento que aumentasse a segurança das contas, de modo que o conhecimento ou o comprometimento da senha, isoladamente, fosse insuficiente para que um terceiro conseguisse autenticar‑se no sistema.

A partir dessa situação hipotética, é correto afirmar que o procedimento que atende diretamente a essa finalidade é
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Q4392079 História e Geografia de Estados e Municípios
O trabalho na mineração era difícil e a condição de escravidão na qual viviam tornavam a vida ainda mais dura. As fugas eram constantes e àqueles recapturados restavam castigos muito severos, o que os impelia a procurar refúgios em lugares cada vez mais isolados, dando origem aos quilombos. Com mais de 230 mil hectares de Cerrado protegido, esse quilombo abriga cerca de quatro mil pessoas em um território que estende pelos municípios de Cavalcante, Monte Alegre e Teresina de Goiás. Seu patrimônio cultural celebra festas santas repletas de rituais cerimoniosos, como a festa do Império e o levantamento do mastro, que atraem turistas todos os anos para a região.

Internet:  <ia800602.us.archive.org> (com adaptações).

Com base no texto apresentado, é correto afirmar que a comunidade nele descrita denomina‑se 
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Q4392080 Geografia
A história de atraso, de manipulação e de isolamento fez o estado de Goiás refém de políticas tendenciosas e segmentadas, que visam interesses de grupos fechados. Em consequência, até os dias atuais, a economia do estado é baseada ainda predominantemente na agropecuária e a base da indústria formada pelo beneficiamento primário de bens agrícolas, sendo dependente do que se chama de “agroindústria externa”, não sustentável.

PAIXÃO, F. O. da; SILVA, M. R. C. E. A formação histórica do território goiano e a política coronelística. Estudos Goiânia, v. 40, n. 3, p. 215‑217, 2013 (com adaptações).

A partir dessa informação, assinale a opção que apresenta a(s) consequência(s) da política econômica em destaque no texto para o estado de Goiás.
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Q4392081 Geografia
A geopolítica tem um papel importante no comércio internacional de produtos agrícolas. A instabilidade em algumas regiões bem como sanções econômicas impostas por países estrangeiros, pode limitar o acesso aos mercados. Um exemplo recente é o embargo de produtos brasileiros em certos países devido a questões ambientais e sanitárias.

Internet: <agroindustria.com.br> (com adaptações).

Considerando o contexto apresentando no texto em relação ao estado de Goiás, assinale a opção correta.
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Q4392082 Geologia
A poucos quilômetros da capital federal, escondida no Planalto Central brasileiro, existe uma cidade que parece ter saído de um conto de fadas geológico: Cristalina, Goiás. Reconhecida oficialmente como a “Capital Nacional dos Cristais”, esta cidade de aproximadamente 60.000 habitantes vive em simbiose com as pedras preciosas que brotam de seu solo fértil.

Internet: <garimpada.com.br> (com adaptações).

Assinale a opção que apresenta a denominação da pedra preciosa encontrada na região descrita no texto.
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: C
4: A
5: C
6: B
7: E
8: A
9: C
10: D
11: A
12: B
13: B
14: D
15: A
16: C
17: C
18: E
19: B
20: A