Questões de Concurso Público Prefeitura de Bauru - SP 2022 para Especialista em Gestão Administrativa e Serviços - Psicólogo
Foram encontradas 50 questões
Considere o texto abaixo para responder à questão.
Ao longo do século passado, era comum que aqueles que apresentassem comportamento considerado excêntrico, estranho ou afastado de alguma forma do padrão moral vigente fossem encaminhados, por autoridade médica ou mesmo policial, a um hospital psiquiátrico. Foi um período de muitas vidas desperdiçadas, porque o encarceramento, muitas vezes, era determinado por motivos que nem remotamente poderiam ser qualificados como questões psiquiátricas.
Três casos, entre tantos, foram emblemáticos no Hospital Psiquiátrico do Juquery, em Franco da Rocha, São Paulo, onde mais tarde trabalhei: as internações, entre o final da década 1940 e o início da década de 1950, de uma japonesa de 19 anos apenas porque não conseguia falar português; de uma jovem de 17 anos, por solicitação de um juiz que a acusava de “meretriz”; e de um rapaz de 18 anos, por ser epilético. Eles têm em comum o fato de que nunca mais deixaram o Juquery.
Outro exemplo das situações absurdas é a história da criança que nasceu na unidade, filha de uma paciente, foi adotada e depois „devolvida‟ ao hospital. A menina peregrinou por instituições de abrigo a menores até retornar definitivamente ao Juquery, na década de 1960. Transformada em um grande asilo de indesejáveis, destino de muitos rotulados como pacientes psiquiátricos, a unidade era a derradeira morada de quase todos que ali estavam. Muitos funcionários diziam que, de lá, só se saía com alta celestial [...].
https://cienciahoje.org.br/artigo/retrocessos-na-politica-de-saude-mental/. Adaptado
Considere o texto abaixo para responder à questão.
Ao longo do século passado, era comum que aqueles que apresentassem comportamento considerado excêntrico, estranho ou afastado de alguma forma do padrão moral vigente fossem encaminhados, por autoridade médica ou mesmo policial, a um hospital psiquiátrico. Foi um período de muitas vidas desperdiçadas, porque o encarceramento, muitas vezes, era determinado por motivos que nem remotamente poderiam ser qualificados como questões psiquiátricas.
Três casos, entre tantos, foram emblemáticos no Hospital Psiquiátrico do Juquery, em Franco da Rocha, São Paulo, onde mais tarde trabalhei: as internações, entre o final da década 1940 e o início da década de 1950, de uma japonesa de 19 anos apenas porque não conseguia falar português; de uma jovem de 17 anos, por solicitação de um juiz que a acusava de “meretriz”; e de um rapaz de 18 anos, por ser epilético. Eles têm em comum o fato de que nunca mais deixaram o Juquery.
Outro exemplo das situações absurdas é a história da criança que nasceu na unidade, filha de uma paciente, foi adotada e depois „devolvida‟ ao hospital. A menina peregrinou por instituições de abrigo a menores até retornar definitivamente ao Juquery, na década de 1960. Transformada em um grande asilo de indesejáveis, destino de muitos rotulados como pacientes psiquiátricos, a unidade era a derradeira morada de quase todos que ali estavam. Muitos funcionários diziam que, de lá, só se saía com alta celestial [...].
https://cienciahoje.org.br/artigo/retrocessos-na-politica-de-saude-mental/. Adaptado
Considere o texto abaixo para responder à questão.
Ao longo do século passado, era comum que aqueles que apresentassem comportamento considerado excêntrico, estranho ou afastado de alguma forma do padrão moral vigente fossem encaminhados, por autoridade médica ou mesmo policial, a um hospital psiquiátrico. Foi um período de muitas vidas desperdiçadas, porque o encarceramento, muitas vezes, era determinado por motivos que nem remotamente poderiam ser qualificados como questões psiquiátricas.
Três casos, entre tantos, foram emblemáticos no Hospital Psiquiátrico do Juquery, em Franco da Rocha, São Paulo, onde mais tarde trabalhei: as internações, entre o final da década 1940 e o início da década de 1950, de uma japonesa de 19 anos apenas porque não conseguia falar português; de uma jovem de 17 anos, por solicitação de um juiz que a acusava de “meretriz”; e de um rapaz de 18 anos, por ser epilético. Eles têm em comum o fato de que nunca mais deixaram o Juquery.
Outro exemplo das situações absurdas é a história da criança que nasceu na unidade, filha de uma paciente, foi adotada e depois „devolvida‟ ao hospital. A menina peregrinou por instituições de abrigo a menores até retornar definitivamente ao Juquery, na década de 1960. Transformada em um grande asilo de indesejáveis, destino de muitos rotulados como pacientes psiquiátricos, a unidade era a derradeira morada de quase todos que ali estavam. Muitos funcionários diziam que, de lá, só se saía com alta celestial [...].
https://cienciahoje.org.br/artigo/retrocessos-na-politica-de-saude-mental/. Adaptado
Considere o texto abaixo para responder à questão.
Ao longo do século passado, era comum que aqueles que apresentassem comportamento considerado excêntrico, estranho ou afastado de alguma forma do padrão moral vigente fossem encaminhados, por autoridade médica ou mesmo policial, a um hospital psiquiátrico. Foi um período de muitas vidas desperdiçadas, porque o encarceramento, muitas vezes, era determinado por motivos que nem remotamente poderiam ser qualificados como questões psiquiátricas.
Três casos, entre tantos, foram emblemáticos no Hospital Psiquiátrico do Juquery, em Franco da Rocha, São Paulo, onde mais tarde trabalhei: as internações, entre o final da década 1940 e o início da década de 1950, de uma japonesa de 19 anos apenas porque não conseguia falar português; de uma jovem de 17 anos, por solicitação de um juiz que a acusava de “meretriz”; e de um rapaz de 18 anos, por ser epilético. Eles têm em comum o fato de que nunca mais deixaram o Juquery.
Outro exemplo das situações absurdas é a história da criança que nasceu na unidade, filha de uma paciente, foi adotada e depois „devolvida‟ ao hospital. A menina peregrinou por instituições de abrigo a menores até retornar definitivamente ao Juquery, na década de 1960. Transformada em um grande asilo de indesejáveis, destino de muitos rotulados como pacientes psiquiátricos, a unidade era a derradeira morada de quase todos que ali estavam. Muitos funcionários diziam que, de lá, só se saía com alta celestial [...].
https://cienciahoje.org.br/artigo/retrocessos-na-politica-de-saude-mental/. Adaptado
Considere o texto a seguir para responder à questão.
A epidemia de FOMO
Fear of Missing Out é um termo novo para algo que sempre existiu: o medo de ficar de fora [...].
Peguei covid em 2022, dois anos e três doses de vacina depois do início da pandemia. O quadro foi leve graças à imunização, mas não teve como fugir da quarentena: dez dias de isolamento. Na sexta à noite, aproveitei para zerar aquele videogame que eu já estava jogando há semanas, mas nunca tinha tempo de terminar. Seria um bom final de semana.
E estava sendo, até eu entrar nas redes sociais. A cada story do Instagram, uma festa, um happy hour, um jantar, um rolê diferente. Parecia que todos os meus amigos estavam se divertindo sem mim.
Foi o suficiente para estragar uma noite que seria agradável para mim também, ainda que de outra forma. Não consegui me concentrar no jogo e dormi mal. No final de semana seguinte, perguntei se meu amigo iria para determinada festa. “Ah, nem queria muito. Mas se eu não for, o meu FOMO vai atacar.”
Bingo. Foi o que senti naquele fim de semana. Não era ansiedade ou depressão. Era FOMO: Fear of Missing Out. Significa “medo de ficar de fora”. É o nome inventado para descrever aquela sensação ruim que você tem quando perde o happy hour da empresa, uma viagem em família ou encontro entre amigos. Em suma, um estresse súbito por estar perdendo alguma experiência valiosa.
Segundo uma pesquisa de 2012 feita pela agência de publicidade J. Walter Thompson, sete em cada dez millennials (pessoas que nasceram entre 1981 e 1996) dizem que já sentiram FOMO. Naquela época, apenas 8% dos entrevistados conheciam o termo, mas se identificaram com a sensação após a explicação da sigla. Quatro em cada dez admitem que o sentimento é frequente.
[...]
https://super.abril.com.br/comportamento/a-epidemia-de-fomo/. Adaptado
Considere o texto a seguir para responder à questão.
A epidemia de FOMO
Fear of Missing Out é um termo novo para algo que sempre existiu: o medo de ficar de fora [...].
Peguei covid em 2022, dois anos e três doses de vacina depois do início da pandemia. O quadro foi leve graças à imunização, mas não teve como fugir da quarentena: dez dias de isolamento. Na sexta à noite, aproveitei para zerar aquele videogame que eu já estava jogando há semanas, mas nunca tinha tempo de terminar. Seria um bom final de semana.
E estava sendo, até eu entrar nas redes sociais. A cada story do Instagram, uma festa, um happy hour, um jantar, um rolê diferente. Parecia que todos os meus amigos estavam se divertindo sem mim.
Foi o suficiente para estragar uma noite que seria agradável para mim também, ainda que de outra forma. Não consegui me concentrar no jogo e dormi mal. No final de semana seguinte, perguntei se meu amigo iria para determinada festa. “Ah, nem queria muito. Mas se eu não for, o meu FOMO vai atacar.”
Bingo. Foi o que senti naquele fim de semana. Não era ansiedade ou depressão. Era FOMO: Fear of Missing Out. Significa “medo de ficar de fora”. É o nome inventado para descrever aquela sensação ruim que você tem quando perde o happy hour da empresa, uma viagem em família ou encontro entre amigos. Em suma, um estresse súbito por estar perdendo alguma experiência valiosa.
Segundo uma pesquisa de 2012 feita pela agência de publicidade J. Walter Thompson, sete em cada dez millennials (pessoas que nasceram entre 1981 e 1996) dizem que já sentiram FOMO. Naquela época, apenas 8% dos entrevistados conheciam o termo, mas se identificaram com a sensação após a explicação da sigla. Quatro em cada dez admitem que o sentimento é frequente.
[...]
https://super.abril.com.br/comportamento/a-epidemia-de-fomo/. Adaptado
Considere o texto a seguir para responder à questão.
A epidemia de FOMO
Fear of Missing Out é um termo novo para algo que sempre existiu: o medo de ficar de fora [...].
Peguei covid em 2022, dois anos e três doses de vacina depois do início da pandemia. O quadro foi leve graças à imunização, mas não teve como fugir da quarentena: dez dias de isolamento. Na sexta à noite, aproveitei para zerar aquele videogame que eu já estava jogando há semanas, mas nunca tinha tempo de terminar. Seria um bom final de semana.
E estava sendo, até eu entrar nas redes sociais. A cada story do Instagram, uma festa, um happy hour, um jantar, um rolê diferente. Parecia que todos os meus amigos estavam se divertindo sem mim.
Foi o suficiente para estragar uma noite que seria agradável para mim também, ainda que de outra forma. Não consegui me concentrar no jogo e dormi mal. No final de semana seguinte, perguntei se meu amigo iria para determinada festa. “Ah, nem queria muito. Mas se eu não for, o meu FOMO vai atacar.”
Bingo. Foi o que senti naquele fim de semana. Não era ansiedade ou depressão. Era FOMO: Fear of Missing Out. Significa “medo de ficar de fora”. É o nome inventado para descrever aquela sensação ruim que você tem quando perde o happy hour da empresa, uma viagem em família ou encontro entre amigos. Em suma, um estresse súbito por estar perdendo alguma experiência valiosa.
Segundo uma pesquisa de 2012 feita pela agência de publicidade J. Walter Thompson, sete em cada dez millennials (pessoas que nasceram entre 1981 e 1996) dizem que já sentiram FOMO. Naquela época, apenas 8% dos entrevistados conheciam o termo, mas se identificaram com a sensação após a explicação da sigla. Quatro em cada dez admitem que o sentimento é frequente.
[...]
https://super.abril.com.br/comportamento/a-epidemia-de-fomo/. Adaptado
Considere o texto a seguir para responder à questão.
A epidemia de FOMO
Fear of Missing Out é um termo novo para algo que sempre existiu: o medo de ficar de fora [...].
Peguei covid em 2022, dois anos e três doses de vacina depois do início da pandemia. O quadro foi leve graças à imunização, mas não teve como fugir da quarentena: dez dias de isolamento. Na sexta à noite, aproveitei para zerar aquele videogame que eu já estava jogando há semanas, mas nunca tinha tempo de terminar. Seria um bom final de semana.
E estava sendo, até eu entrar nas redes sociais. A cada story do Instagram, uma festa, um happy hour, um jantar, um rolê diferente. Parecia que todos os meus amigos estavam se divertindo sem mim.
Foi o suficiente para estragar uma noite que seria agradável para mim também, ainda que de outra forma. Não consegui me concentrar no jogo e dormi mal. No final de semana seguinte, perguntei se meu amigo iria para determinada festa. “Ah, nem queria muito. Mas se eu não for, o meu FOMO vai atacar.”
Bingo. Foi o que senti naquele fim de semana. Não era ansiedade ou depressão. Era FOMO: Fear of Missing Out. Significa “medo de ficar de fora”. É o nome inventado para descrever aquela sensação ruim que você tem quando perde o happy hour da empresa, uma viagem em família ou encontro entre amigos. Em suma, um estresse súbito por estar perdendo alguma experiência valiosa.
Segundo uma pesquisa de 2012 feita pela agência de publicidade J. Walter Thompson, sete em cada dez millennials (pessoas que nasceram entre 1981 e 1996) dizem que já sentiram FOMO. Naquela época, apenas 8% dos entrevistados conheciam o termo, mas se identificaram com a sensação após a explicação da sigla. Quatro em cada dez admitem que o sentimento é frequente.
[...]
https://super.abril.com.br/comportamento/a-epidemia-de-fomo/. Adaptado
Considere a tirinha de “Armandinho” para responder à questão.

https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/124191697134/tirinha-original
O Microsoft Excel utiliza-se de gráficos para exibir e representar informações. Qual é o nome do gráfico que consta na imagem a seguir?
