Questões de Concurso Público Câmara de Tapes - RS 2024 para Contador

Foram encontradas 40 questões

Q3400327 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
A respeito das ideias expressas no texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) A autora considera estranho o hábito de fazer selfies, de modo que até hoje não aderiu a essa prática.
( ) Conforme a autora, para os adolescentes, é muito difícil e, por vezes, doloroso lidar com a autoimagem, motivo pelo qual esse grupo em muito seria favorecido se tivesse acesso a algumas reflexões contemporâneas sobre esse tema.
( ) Segundo reflete a autora, as selfies colocam em jogo a busca pela autoaceitação, questão que mobiliza, entre outros aspectos, os padrões de beleza socialmente estabelecidos.
Alternativas
Q3400328 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
No trecho “Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.” (1º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3400329 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
Nas seguintes passagens: “Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013 [...].” (1º parágrafo) e “Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem [...].” (3º parágrafo), as vírgulas são empregadas, CORRETA e respectivamente, com a finalidade de separar:
Alternativas
Q3400330 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos destacados, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Em “[...] regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública.”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “os quais”.
( ) Em “[...] ou fazer pose na frente de um espelho [...]”, não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “pousar”.
( ) Em “Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente [...]”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “constante”. 
Alternativas
Q3400331 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
Considerando-se o uso do acento indicativo da crase, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Em “ Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado.” (2º parágrafo), utiliza-se o acento indicativo da crase por se tratar de uma locução adverbial formada de substantivo feminino.
( ) Em “[...] a foto tem que obedecer a um padrão estético [...].” (2º parágrafo), caso o termo sublinhado fosse substituído por “estética”, seria necessário que o “a” imediatamente anterior recebesse o acento indicativo da crase.
( ) Em “[...] mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto [...].” (3º parágrafo), seria possível substituir o termo sublinhado por “àqueles”.
( ) Em “[...] regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública.” (4º parágrafo), caso o termo sublinhado fosse substituído por “compreensão humana”, seria necessário que o “a” imediatamente anterior recebesse o acento indicativo da crase.
Alternativas
Q3400332 Português
Assinalar a alternativa que apresenta uma frase na qual as conjunções ou locuções conjuntivas e as preposições sublinhadas correspondem ao sentido indicado entre parênteses:
Alternativas
Q3400333 Português
Assinalar a alternativa que contém uma proparoxítona:
Alternativas
Q3400334 Português
A concordância nominal foi realizada de maneira CORRETA na alternativa:
Alternativas
Q3400335 Português
Cometeu-se ERRO no emprego da expressão sublinhada em:
Alternativas
Q3400336 Português
Na sentença: “Paulo tem 15 minutos para merendar.”, o verbo ‘ter’ sublinhado, nesse contexto, significa:
Alternativas
Q3400337 Matemática
César construirá um silo para guardar grãos de milho, em formato circular reto, com 8 metros de diâmetro e 5 metros de altura. Considerando-se a aproximação π = 3, é CORRETO afirmar que a capacidade deste silo é:
Alternativas
Q3400338 Matemática
Em uma sorveteria, existem 5 sabores de sorvete disponíveis: chocolate, baunilha, morango, creme e flocos. João deseja montar um sundae escolhendo 3 sabores distintos para colocar na sua taça. Com isso, assinalar a alternativa que apresenta o número EXATO de possibilidades que João tem de montar seu sundae.
Alternativas
Q3400339 Matemática
Sabendo-se que a soma dos 10 primeiros termos de certa progressão aritmética é igual a 200 e que o sexto termo é igual a 26, assinalar a alternativa que apresenta o valor da razão dessa progressão:
Alternativas
Q3400340 Matemática
Ao avaliar o desempenho de uma construtora, constatou-se que 2 pintores conseguem pintar 3 casas em 4 dias. Com o objetivo de aprimorar a eficiência desse setor, foram contratados mais 2 pintores. Considerando a necessidade de pintar 9 casas, quantos dias serão necessários para que os quatro pintores concluam a tarefa o mais rápido possível?
Alternativas
Q3400341 Matemática
Carlos deseja realizar um abastecimento completo do tanque de combustível de seu caminhão, cuja capacidade total é de 280 litros. Ao consultar o medidor de combustível, constata que o mesmo encontra-se preenchido a 35% de sua capacidade. Sabendo-se disso, quantos litros são necessários para atingir o abastecimento integral do tanque?
Alternativas
Q3400342 Matemática Financeira
Um investidor está considerando investir em um portfólio composto por três ativos diferentes. Ele atribui pesos diferentes a cada ativo com base em sua estratégia de investimento. O primeiro ativo tem um peso de 30%; o segundo ativo tem um peso de 40%; e o terceiro ativo tem um peso de 30%. Se o retorno anual esperado desses ativos for, respectivamente, de R$ 240.000,00, R$ 140.000,00 e R$ 320.000,00, calcular a média ponderada do retorno anual esperado do portfólio e assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3400343 Matemática Financeira
Rodrigo contraiu um empréstimo de R$ 50.000,00 a ser pago em 8 parcelas mensais, utilizando o sistema de amortização constante (SAC). A taxa de juros é de 4% ao mês. Com base nessas informações, qual será o valor da terceira parcela?
Alternativas
Q3400344 Raciocínio Lógico
Isadora, Maria e Eduarda são amigas e professoras de geografia, português e artes em certa escola (não necessariamente nessa ordem). Elas trabalham em turnos distintos (manhã, tarde ou noite). Sabe-se que Isadora é professora de geografia, que Maria trabalha pela tarde e que quem trabalha pela manhã é a professora de artes. Com base nessas informações, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3400345 Saúde Pública
Os brasileiros têm enfrentando ondas de calor e altas temperaturas, com sensações térmicas que ultrapassam os 50°C. Em função disso, o Ministério da Saúde criou uma página especial com 22 cuidados e medidas importantes para evitar riscos à saúde. Considerar as medidas de cuidado a seguir:

I. Evitar a exposição direta ao sol, em especial, das 10h às 16h.
II. Aumentar a ingestão de água, mesmo sem ter sede.
III. Utilizar menos roupas de cama e vestir-se com menos roupas ao dormir.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3400346 Administração Pública
A finalidade do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) é: 
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: B
4: C
5: D
6: B
7: A
8: D
9: C
10: B
11: C
12: A
13: C
14: B
15: B
16: A
17: C
18: D
19: D
20: A